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Ministra israelense acredita em acordo de paz com palestinos

A ministra israelense de Justiça, Tzipi Livni, afirmou que não chegar a um acordo de paz não é uma opção para Israel

A ministra israelense de Justiça e encarregada das negociações com os palestinos, Tzipi Livni: a ministra recusou dar detalhes do conteúdo dessa primeira reunião com a parte palestina e ressaltou que as partes se comprometeram a não revelar os detalhes das conversas.  (REUTERS/Jonathan Ernst)

A ministra israelense de Justiça e encarregada das negociações com os palestinos, Tzipi Livni: a ministra recusou dar detalhes do conteúdo dessa primeira reunião com a parte palestina e ressaltou que as partes se comprometeram a não revelar os detalhes das conversas. (REUTERS/Jonathan Ernst)

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Da Redação

Publicado em 30 de julho de 2013 às 12h47.

Jerusalém - A ministra israelense de Justiça e encarregada das negociações com os palestinos, Tzipi Livni, afirmou nesta terça-feira que acredita ser possível chegar a um acordo de paz com os palestinos e que isto não é uma opção para Israel.

A ministra fez estas afirmações durante uma entrevista à rádio pública israelense desde Washington, onde participa do segundo dia de reuniões com responsáveis palestinos, sob o comando do secretário de Estado americano, John Kerry.

Tzipi expressou sua esperança no processo que foi iniciado ontem com um jantar oferecido por Kerry a ambas as partes e manifestou que acredita na existência de uma opção para alcançar um acordo permanente com os palestinos.

O responsável israelense explicou à emissora de seu país que a situação econômica e de segurança em Israel, assim como o volátil entorno na região, fazem com que seja necessária uma solução negociada que coloque um fim no conflito com os palestinos.

Acompanhada pelo enviado do primeiro-ministro israelense, Itzjak Moljo, Tzipi se reuniu na segunda-feira com a equipe palestina liderada pelo negociador-chefe Saeb Erekat para uma tomada de contato preliminar.

A ministra israelense recusou dar detalhes do conteúdo dessa primeira reunião com a parte palestina e ressaltou que as partes se comprometeram a não revelar os detalhes das conversas que acontecem a portas fechadas, por isso não tem intenções de romper quebrar essa promessa.

"Isto faz parte da parcela para criar confiança mútua", manifestou. 

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