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EUA pedem calma a manifestantes e autoridades na Rússia

A porta-voz do departamento americano de Estado Victoria Nuland disse que seu país sempre apoiou o direito aos protestos pacíficos na Rússia

Cerca de 600 pessoas foram presas na terça-feira à noite em Moscou por participarem de uma manifestação para denunciar a fraude nas eleições parlamentares (Kirill Kudryavtsev/AFP)
DR

Da Redação

Publicado em 9 de dezembro de 2011 às 22h24.

Washington - Os Estados Unidos exortaram nesta sexta-feira às autoridades russas e os manifestantes que protestam contra o primeiro-ministro Vladimir Putin a manter a calma, após o anúncio de novos atos contra o governo, neste final de semana.

A porta-voz do departamento americano de Estado Victoria Nuland disse que seu país sempre apoiou o direito aos protestos pacíficos na Rússia, como faz "em qualquer outro lugar do mundo".

"Esperamos que estes protestos mantenham o tom pacífico, tanto de parte dos manifestantes como por aqueles encarregados a manter a ordem social".

"Nossa expectativa é que se há protestos, que sejam pacíficos e que transcorram pacificamente".

Putin acusa os Estados Unidos de incitar os protestos após a secretária americana de Estado, Hillary Clinton, manifestar sua preocupação sobre a imparcialidade das eleições parlamentares de domingo passado na Rússia, vencidas pelo partido de Putin.

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Washington - Os Estados Unidos exortaram nesta sexta-feira às autoridades russas e os manifestantes que protestam contra o primeiro-ministro Vladimir Putin a manter a calma, após o anúncio de novos atos contra o governo, neste final de semana.

A porta-voz do departamento americano de Estado Victoria Nuland disse que seu país sempre apoiou o direito aos protestos pacíficos na Rússia, como faz "em qualquer outro lugar do mundo".

"Esperamos que estes protestos mantenham o tom pacífico, tanto de parte dos manifestantes como por aqueles encarregados a manter a ordem social".

"Nossa expectativa é que se há protestos, que sejam pacíficos e que transcorram pacificamente".

Putin acusa os Estados Unidos de incitar os protestos após a secretária americana de Estado, Hillary Clinton, manifestar sua preocupação sobre a imparcialidade das eleições parlamentares de domingo passado na Rússia, vencidas pelo partido de Putin.

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