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Biden espera cessar-fogo de 40 dias entre Israel e Hamas até a próxima segunda-feira

Expectativa é que o conflito seja cessado durante o mês sagrado muçulmano do Ramadã, que começa no dia 10 de março

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Joe Biden: segundo presidente dos EUA, Israel deve pausar ataques durante mês sagrado muçulmano do Ramadã (Anna Moneymaker/Getty Images)

Joe Biden: segundo presidente dos EUA, Israel deve pausar ataques durante mês sagrado muçulmano do Ramadã (Anna Moneymaker/Getty Images)

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que Israel concordou em interromper as atividades militares na Faixa de Gaza durante o mês sagrado muçulmano do Ramadã, que começa no dia 10 de março. Além disso, ele diz que a expectativa é que haja um cessar-fogo no conflito até a próxima segunda-feira, 3.

"O Ramadã está chegando, e houve um acordo por parte dos israelenses de que eles não se envolveriam em atividades durante o Ramadã, também, para nos dar tempo de retirar todos os reféns", disse Biden durante uma aparição no programa "Late Night with Seth Meyers" da emissora norte-americana NBC.

O Hamas está analisando uma proposta de cessar-fogo que inclui uma pausa nos combates por 40 dias e uma troca de reféns. Segundo fontes da agência de notícias Reuters, as negociações envolvem a reparação de hospitais em Gaza, e a entrada de 500 caminhões de ajuda humanitária. 

Sob a proposta preliminar, a troca de prisioneiros palestinos por reféns israelenses seria na proporção de 10 para um. O rascunho também afirma que o Hamas libertaria 40 reféns israelenses, incluindo mulheres, crianças menores de 19 anos, idosos com mais de 50 anos e doentes, enquanto Israel libertaria cerca de 400 prisioneiros palestinos e não os prenderia novamente. 

O presidente também disse que Israel se comprometeu a permitir que os palestinos evacuassem Rafah, no sul de Gaza, antes de intensificar sua campanha para destruir o Hamas. Mais de um milhão de pessoas deslocadas estão abrigadas na região. 

Segundo Biden, Israel corre o risco de perder o apoio internacional devido ao alto número de mortes entre os palestinos. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, rejeitou uma solução de dois estados. 

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