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Atirador de Oregon perguntou religião antes de matar

Pelo menos 10 pessoas morreram no tiroteio na Universidade Comunitária de Umpqua, nesta quinta-feira, no estado de Oregon, nos EUA


	Mulheres se abraçam após tiroteio em faculdade em Roseburg, Oregon
 (REUTERS/Steve Dipaola)

Mulheres se abraçam após tiroteio em faculdade em Roseburg, Oregon (REUTERS/Steve Dipaola)

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Da Redação

Publicado em 1 de outubro de 2015 às 21h54.

Oregon - O xerife do Condado de Douglas, John Hanlin, afirma que 10 pessoas morreram no tiroteio na Universidade Comunitária de Umpqua, em Rosenburg, nesta quinta-feira, no estado de Oregon, nos Estados Unidos. "Essa é a melhor e mais precisa informação que temos no momento", declarou Hanlin.

Mais cedo, o tenente da polícia do estado, Bill Fugate, havia informado que 13 pessoas foram mortas pelo atirador.

Não se sabe o que levou a discrepância nos números. Hanlin afirmou que o atirador, um homem de 20 anos, foi morto após uma troca de tiros com a polícia. Ele não esclareceu se a morte do atirador está incluída nas 10 fatalidades.

Uma estudante da universidade, Kortney Moore, afirmou que o atirador matou sua professora e perguntou para as outras pessoas na sala de aula qual eram suas religiões antes de recomeçar a atirar.

Segundo Moore, o atirador entrou na sala de aula e mandou as pessoas deitarem no chão. Entao, ele começou a perguntar qual era a religião de cada um e atirou.

Hanlin afirmou que três pessoas que estavam em condições críticas foram transferidas para hospitais na região.

Os hospitais de Rosenburg divulgaram que receberam ao menos 13 vítimas do tiroteio.

Monique Danziger, porta-voz do Centro Médico do Coração Sagrado, em Springfield, afirmou que três mulheres, entre 18 e 34 anos, foram levadas de Rosenburg para o hospital.

O tiroteio, que ocorreu na Universidade Comunitária de Umpqua, em Roseburg, fica a cerca de 289 quilômetros de Portland. 

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