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Após aporte milionário, fintech Hash vai em direção à cultura pop

A empresa de meio de pagamentos reposiciona sua marca para facilitar a comunicação com potenciais clientes, investidores e funcionários

As startups já deixaram de ser assunto restrito ao mercado de tecnologia no Brasil. Marcas como Nubank e iFood ajudaram a popularizar esse tipo de negócio de alto crescimento pelo país, mas empresas de setores menos atrativos precisam redobrar os esforços de marketing para explicar ao consumidor quem são e o que fazem.

É o caso da fintech Hash, fundada em 2017 pelo empresário João Miranda. A empresa de meio de pagamentos trabalha com o que convencionou-se chamar de “bank as a service”, permitindo que outras companhias ofereçam suas próprias soluções bancárias — em especial, maquininhas de cartão de crédito.

Até este ano, a Hash não havia feito grandes investimentos de marketing e apostava no boca a boca para chegar a novos clientes, o que deu bom resultados — só em 2020, a fintech cresceu mais de dez vezes, processando R$ 300 milhões no ano e totalizando mais de 15.000 estabelecimentos usando suas soluções. Agora, após receber um aporte de US$ 15 milhões em abril, a empresa decidiu que era hora de investir na sua marca para facilitar a comunicação com potenciais clientes, investidores e funcionários.

O responsável pelo novo desenho foi Rafael Oli, líder de design e pesquisa da Hash. Em entrevista à EXAME, o executivo disse que a mudança teve como objetivo facilitar a compreensão sobre os serviços que a fintech oferece. “No nosso negócio, precisamos explicar todas as estruturas e fluxos do mercado de pagamentos. Então, fizemos um paralelo com o universo da cultura pop para explicar com mais facilidade e fluidez aos novos clientes e aos talentos que queiram trabalhar conosco quem somos”, diz Oli.

Inspirada por grandes marcas do entretenimento, como Marvel, Super Mario e Harry Potter, a Hash criou uma estética de desenho animado para se comunicar com o público externo no seu site e nas redes sociais. No chamado “Hashverse”, a empresa é representada como uma nave voadora que desafia a gravidade — o que, segundo a fintech, faz alusão a características como agilidade e inovação.

 

Na frente de cultura, a equipe decidiu representar os funcionários como aliens. “Temos uma cultura que não se encontra em qualquer lugar e nossa estética também precisa refletir isso. Acreditamos que unir as diferenças nos fortalece como pessoas e como time”, afirma Oli.

A empresa espera que a mudança facilite a conquista de novos clientes. “Não é porque estamos usando um tom mais alegre e divertido que não somos sérios ou produzimos softwares de qualidade. Adotamos um caminho diferente nesse mercado enterprise”, diz Oli. A meta do negócio é terminar 2021 transacionando pelo menos R$ 1,5 bilhão.

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