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Santander sobe juros do crédito imobiliário pela segunda vez no ano; veja valores

Com esse novo aumento, o banco se iguala ao Bradesco e ao Itaú Unibanco

Santander: banco elevou os juros do crédito imobiliário. (Jakub Porzycki/Getty Images)

Santander: banco elevou os juros do crédito imobiliário. (Jakub Porzycki/Getty Images)

Estadão Conteúdo
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Agência de notícias

Publicado em 13 de março de 2023 às 21h28.

Última atualização em 13 de março de 2023 às 21h29.

O Santander vai subir as taxas de juros dos financiamentos imobiliários a partir de amanhã, 14, pela segunda vez neste ano. A taxa passará para novos empréstimos será a partir de 10,49% ao ano mais a taxa referencial (TR).

Em fevereiro, o banco já havia subido a taxa do crédito imobiliário de 9,49% a.a. + TR para 9,99% a.a. + TR. Com esse novo aumento, o Santander se iguala ao Bradesco e ao Itaú Unibanco, que também oferecem taxas de a partir de 10,49% a.a. + TR.

A Caixa Econômica Federal (CEF), líder de mercado, pratica taxas entre 8,5% a.a. + TR e 10,25% a.a. + TR, enquanto o Banco do Brasil oferece taxas a partir de 9,67% a.a. + TR.

A subida das taxas de financiamento está relacionada ao patamar mais alto dos juros da economia brasileira e as incertezas sobre quando deve haver um movimento de queda. Além disso, há menor disponibilidade de recursos da poupança para novos empréstimos, conforme mostrou hoje reportagem do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Como escolher uma linha de crédito

Para quem busca o crédito mais barato para a compra da casa ou do apartamento, é necessário e fundamental comparar o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento. Trata-se do cálculo de todas as despesas previstas em um contrato de financiamento.

Especialmente para quem tem mais de 36 anos, o custo do seguro habitacional pode exigir uma pesquisa mais aprofundada, pois tem grande impacto sobre o custo do crédito. Os bancos devem oferecer, por lei, duas opções de mercado além de seu próprio seguro. Quem tiver paciência para esperar por um período mais extenso pode exigir o cumprimento da regra pelo banco.

Quando e se o banco condicionar a oferta de uma taxa de juros mais baixa à contratação de alguns serviços, é necessário fazer as contas dos custos adicionais para verificar se o benefício, de fato, compensa no fim das contas.

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