Mercados

Tóquio fecha em queda com PMI industrial da China

O volume de participação totalizou 2,1 bilhões de ações - o montante mais leve desde 12 de dezembro - sob o valor de cerca de 2,0 trilhões de ienes


	Bolsa de Tóquio: o índice Nikkei caiu 47,23 pontos, ou 0,3%, para 14.731,28 pontos, após a alta de 0,8% na sessão anterior
 (REUTERS/Toru Hanai)

Bolsa de Tóquio: o índice Nikkei caiu 47,23 pontos, ou 0,3%, para 14.731,28 pontos, após a alta de 0,8% na sessão anterior (REUTERS/Toru Hanai)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de julho de 2013 às 06h08.

Priorizar nos meus resultados Google

Tóquio - As ações na Bolsa de Tóquio fecharam em queda, após a divulgação de dados do setor industrial da China. O índice Nikkei caiu 47,23 pontos, ou 0,3%, para 14.731,28 pontos, após a alta de 0,8% na sessão anterior.

Este foi apenas o terceiro fechamento em queda do índice nos últimos 11 dias.

O volume de participação totalizou 2,1 bilhões de ações - o montante mais leve desde 12 de dezembro - sob o valor de cerca de 2,0 trilhões de ienes.

O índice Nikkei abriu em queda e a divulgação do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) preliminar do setor industrial da China não ofereceu nenhum suporte.

Medido pelo HSBC, o PMI caiu para 47,7 em julho, de 48,2 em junho. A leitura foi a mais baixa em 11 meses e sinaliza uma contínua desaceleração nos setores manufatureiros.

A empresa Kao também ajudou a puxar o Nikkei para baixo, recuando 6,2 após a divulgação de um recall voluntário de sua loção de clareamento da pele.

A medida da companhia foi tomada depois que milhares de consumidores se queixaram de manchas na pele após o uso do produto. Fonte: Dow Jones Newswires.

Acompanhe tudo sobre:bolsas-de-valoresAçõesMercado financeiroNikkei

Mais de Mercados

Ata mostra Fed confiante no emprego, mas payroll de setembro põe leitura em xeque

Quais são os próximos gatilhos da bolsa após disparada com 1º turno da eleição?

Justiça aprova plano de recuperação extrajudicial do GPA para renegociar R$ 4,5 bi em dívidas

Fundos imobiliários subiram com a eleição. Vale a pena investir antes do 2º turno?