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S&P revisa perspectiva do rating da Vale para negativa

A revisão segue a adesão da empresa ao acordo de Refis, que fará a Vale desembolsar R$ 22,3 bilhões

Minério de ferro da Vale: de acordo com a agência de classificação de risco, a nova responsabilidade provocará maior alavancagem (Dado Galdieri/Bloomberg)
DR

Da Redação

Publicado em 28 de novembro de 2013 às 06h00.

São Paulo - A Standard & Poor's revisou a perspectiva do rating "A-" em escala global da Vale de estável para negativa. A agência de classificação de risco ainda reafirmou o rating em escala nacional da companhia em "brAAA". A perspectiva do rating em escala nacional é estável.

A revisão da perspectiva segue o anúncio da companhia de que o seu conselho de administração aprovou a adesão ao acordo de refinanciamento de tributos federais (Refis), referente ao Imposto de Renda e contribuição social sobre o lucro líquido de controladas e coligadas sobre o lucro gerado no exterior nos anos de 2003 a 2012.

Com a decisão, a Vale terá que desembolsar R$ 22,3 bilhões, sendo R$ 5,9 bilhões à vista e mais R$ 16,360 bilhões em 179 parcelas mensais.

De acordo com a agência de classificação de risco, a nova responsabilidade provocará maior alavancagem, o que foi determinante para a revisão da perspectiva.

A perspectiva negativa reflete o risco de um "downgrade" nos próximo 12 para 18 meses, se a geração de fluxo de caixa cair mais do que o esperado, como um resultado pior do que o esperado dos preços das commodities Pu despesas de capital mais elevadas, resultando em uma dívida líquida sobre EBITDA superior a 2x.

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A revisão da perspectiva segue o anúncio da companhia de que o seu conselho de administração aprovou a adesão ao acordo de refinanciamento de tributos federais (Refis), referente ao Imposto de Renda e contribuição social sobre o lucro líquido de controladas e coligadas sobre o lucro gerado no exterior nos anos de 2003 a 2012.

Com a decisão, a Vale terá que desembolsar R$ 22,3 bilhões, sendo R$ 5,9 bilhões à vista e mais R$ 16,360 bilhões em 179 parcelas mensais.

De acordo com a agência de classificação de risco, a nova responsabilidade provocará maior alavancagem, o que foi determinante para a revisão da perspectiva.

A perspectiva negativa reflete o risco de um "downgrade" nos próximo 12 para 18 meses, se a geração de fluxo de caixa cair mais do que o esperado, como um resultado pior do que o esperado dos preços das commodities Pu despesas de capital mais elevadas, resultando em uma dívida líquida sobre EBITDA superior a 2x.

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