Mercados

Promotores dos EUA vão questionar operadores em Londres

Promotores norte-americanos vão viajar a Londres nas próximas semanas para questionar operadores sobre manipulação de mercados cambiais


	HSBC: autoridades do Departamento de Justiça dos Estados Unidos vão questionar atuais ou ex-funcionários do HSBC, entre outros bancos
 (Susana Gonzalez)

HSBC: autoridades do Departamento de Justiça dos Estados Unidos vão questionar atuais ou ex-funcionários do HSBC, entre outros bancos (Susana Gonzalez)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de novembro de 2014 às 08h50.

Priorizar nos meus resultados Google

Londres/Washington - Promotores norte-americanos vão viajar a Londres nas próximas semanas para questionar operadores sobre manipulação de mercados cambiais, o mais recente sinal de que as autoridades estão mais perto de entrar com acusações criminais como resultado da longa investigação, disseram fontes à Reuters.

Autoridades do Departamento de Justiça dos Estados Unidos vão questionar atuais ou ex-funcionários do HSBC, entre outros bancos, disseram à Reuters pessoas familiarizadas com o assunto.

Os planos para questionar operadores do HSBC não indicam necessariamente que os promotores vão entrar com acusações criminais contra o banco ou os funcionários, disseram as fontes, ressaltando que é comum que promotores falem com testemunhas em qualquer investigação criminal. O HSBC não quis comentar.

As autoridades deram prazo até a metade de dezembro para que os bancos sob investigação entreguem informações relacionadas, disse uma fonte. O JPMorgan Chase & Co, o Citigroup, o UBS e outros divulgaram que estão sob investigação criminal no caso sobre câmbio.

Um porta-voz do Departamento de Justiça e representantes dos bancos não quiseram comentar. O Departamento de Justiça está fazendo uma investigação ampla sobre se os bancos entraram em conluio para movimentar taxas de câmbio e elevar seus lucros nas negociações, violando leis sobre fraude ou antitruste. Os promotores também estão averiguando se operadores enganaram clientes.

Acompanhe tudo sobre:BancosPaíses ricosEstados Unidos (EUA)EuropaReino UnidoMetrópoles globaisCâmbioFinançasLondres

Mais de Mercados

Quatro pregões após a eleição, Ibovespa ainda não encontra força; dólar volta a subir

Ambev lucra R$ 4,4 bi no 3º tri com 'volta da cerveja' e anuncia recompra de R$ 2,9 bi

IA do BTG monta cesta de ações e ajusta carteiras a partir de um comando

Lagarde deixará presidência do Banco Central Europeu antes do fim do mandato