Mercados

Petróleo sobe com possível corte da produção da Opep

Com perspectiva de menor oferta, contrato para outubro negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de 2,10%, a US$ 94,88 por barril


	Petróleo: mercado agora aguarda dados de estoques de petróleo do American Petroleum Institute (API)
 (Getty Images)

Petróleo: mercado agora aguarda dados de estoques de petróleo do American Petroleum Institute (API) (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de setembro de 2014 às 17h36.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O preço do petróleo subiu à máxima em quase dois meses em Nova York diante da possibilidade de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) cortar sua meta de produção para 2015.

Com a perspectiva de menor oferta, o contrato para outubro negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de 2,10% (US$ 1,96), a US$ 94,88 por barril, o maior valor para o vencimento mais próximo desde 17 de julho.

Na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para novembro subiu 1,2% (US$ 1,17), para US$ 99,04, se aproximando da marca de US$ 100, que não é vista desde 9 de setembro.

O secretário-geral da Opep, Abdalla Salem el-Badri, diz esperar que o grupo reduza a meta de produção de petróleo de 30 milhões de barris para 29,5 milhões de barris em reunião prevista para o fim de novembro.

Além disso, a estatal libanesa National Oil informou que a produção no maior campo de petróleo da Líbia foi ligeiramente reduzida após foguetes caírem perto da refinaria que o complexo abastece.

O mercado agora aguarda os dados de estoques de petróleo do American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias) que serão divulgados ainda hoje.

Com informações da Dow Jones Newswires.

Acompanhe tudo sobre:PetróleoPreçosEnergiaCommodities

Mais de Mercados

Produção da Petrobras bate recorde no 3º tri e importação de diesel dispara

Dona do Google amplia queima de caixa e lucro vem abaixo do esperado; ação cai 9%

Ibovespa afunda 2,68% com temor fiscal após reeleição de Lula; dólar volta a cair

Microsoft lucra US$ 36,6 bi e investe quase metade da receita em data centers