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Itaú BBA: companhias abertas vão quase dobrar até 2020

"O número de empresas listadas no Brasil é ridiculamente baixo" justifica diretor do banco

Bovespa: estimativa é que bolsa tenha 893 empresas listadas até 2020 (Germano Lüders/EXAME)
DR

Da Redação

Publicado em 27 de março de 2013 às 09h14.

Nova York - O número de empresas listadas em bolsa no Brasil vai quase dobrar até 2020, com o País alcançando o ritmo de crescimento da Índia e outros emergentes, disse o Banco Itaú BBA SA, maior coordenador local de emissões de ações.

“Há muito espaço para empresas abrirem capital no Brasil”, disse Fernando Iunes, diretor do banco de investimento do Itaú Unibanco Holding SA. “Apesar de termos uma indústria enorme e uma das dez maiores economias do mundo, o número de empresas listadas no Brasil é ridiculamente baixo”, disse ele durante evento da Brazilian-Amnerican Chamber of Commerce hoje em Nova York. Mais de 5.000 empresas são listadas na Índia, disse Iunes.

No total, 27 aberturas de capital e ofertas secundárias, no valor de R$ 16,6 bilhões, foram avaliados neste ano. No mesmo período de 2010, foram 18 operações, com valor de R$ 22,4, segundo dados compilados pela Bloomberg. Esse foi o maior volume desde 2007, quando no mesmo período foram avaliadas 49 ofertas totalizando R$ 32 bilhões. Iunes acredita que o número de empresas negociadas no Brasil passe das atuais 449 para 893 em 2020.

Em 13 de julho, o executivo disse em entrevista que o País terá o maior número de ofertas de ações desde 2007 neste ano, mesmo com companhias como a Tereos Internacional SA cancelando suas vendas e outras captando menos que o esperado.

O Ibovespa acumula baixa de 14,4 por cento desde o início do ano, o pior desempenho entre os principais índices de mercados emergentes acompanhados pela Bloomberg. Oito das onze companhias que fizeram abertura de capital no País neste ano foram negociadas abaixo da faixa de preço prevista, ou no limite inferior, incluindo a editora de livros didáticos Abril Educação SA e a produtora de petróleo e gás QGEP.

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“Há muito espaço para empresas abrirem capital no Brasil”, disse Fernando Iunes, diretor do banco de investimento do Itaú Unibanco Holding SA. “Apesar de termos uma indústria enorme e uma das dez maiores economias do mundo, o número de empresas listadas no Brasil é ridiculamente baixo”, disse ele durante evento da Brazilian-Amnerican Chamber of Commerce hoje em Nova York. Mais de 5.000 empresas são listadas na Índia, disse Iunes.

No total, 27 aberturas de capital e ofertas secundárias, no valor de R$ 16,6 bilhões, foram avaliados neste ano. No mesmo período de 2010, foram 18 operações, com valor de R$ 22,4, segundo dados compilados pela Bloomberg. Esse foi o maior volume desde 2007, quando no mesmo período foram avaliadas 49 ofertas totalizando R$ 32 bilhões. Iunes acredita que o número de empresas negociadas no Brasil passe das atuais 449 para 893 em 2020.

Em 13 de julho, o executivo disse em entrevista que o País terá o maior número de ofertas de ações desde 2007 neste ano, mesmo com companhias como a Tereos Internacional SA cancelando suas vendas e outras captando menos que o esperado.

O Ibovespa acumula baixa de 14,4 por cento desde o início do ano, o pior desempenho entre os principais índices de mercados emergentes acompanhados pela Bloomberg. Oito das onze companhias que fizeram abertura de capital no País neste ano foram negociadas abaixo da faixa de preço prevista, ou no limite inferior, incluindo a editora de livros didáticos Abril Educação SA e a produtora de petróleo e gás QGEP.

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