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Índices europeus operam no azul com euforia após plano da UE

Os bancos franceses, que foram os mais abatidos por causa de sua forte exposição a países altamente endividados da zona do euro, eram destaque positivo neste pregão

As instituições bancárias, que vinham sendo prejudicados por temores com uma possível perda no caso de um default da Grécia, têm alta de 1,8% (Sean Gallup/Getty Images)
DR

Da Redação

Publicado em 28 de outubro de 2011 às 07h30.

Londres - As bolsas de valores da Europa operavam em alta nesta sexta-feira, ampliando o rali da véspera, com investidores ainda otimistas sobre o acordo fechado pela zona do euro para tentar a encerrar a crise de dívida do bloco.

O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações no continente, operava em alta de 0,10 por cento, a 1.021 pontos, às 8h14(horário de Brasília), para uma nova máxima em três meses. O índice acumula alta de 11 por cento em outubro e ruma para o melhor mês desde abril de 2009, embora ainda registre queda de 8,6 por cento em 2011.

O sólido volume de vendas anunciado pela montadora de veículos francesa Renault para o terceiro trimestre também dava ajuda ao setor automobilístico e aos mercados em geral. As ações da Renault avançavam 5,8 por cento e o setor subia 1,2 por cento.

Os bancos, que vinham sendo prejudicados por temores com uma possível perda no caso de um default da Grécia, tinham alta de 1,8 por cento, ampliando a disparada de 8,9 por cento registrada no dia anterior. Porém, eles seguem em queda acumulada de 23 por cento neste ano.

Os bancos franceses, que foram os mais abatidos por causa de sua forte exposição a países altamente endividados da zona do euro, eram destaque positivo neste pregão. As ações de BNP Paribas , Société Générale e Crédit Agricole subiam entre 3,4 e 4,7 por cento.

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O sólido volume de vendas anunciado pela montadora de veículos francesa Renault para o terceiro trimestre também dava ajuda ao setor automobilístico e aos mercados em geral. As ações da Renault avançavam 5,8 por cento e o setor subia 1,2 por cento.

Os bancos, que vinham sendo prejudicados por temores com uma possível perda no caso de um default da Grécia, tinham alta de 1,8 por cento, ampliando a disparada de 8,9 por cento registrada no dia anterior. Porém, eles seguem em queda acumulada de 23 por cento neste ano.

Os bancos franceses, que foram os mais abatidos por causa de sua forte exposição a países altamente endividados da zona do euro, eram destaque positivo neste pregão. As ações de BNP Paribas , Société Générale e Crédit Agricole subiam entre 3,4 e 4,7 por cento.

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