Mercados

Fitch atribui classificação BBB ao estado de São Paulo

Agência deu pela primeira vez nota ao estado e elogiou os ajustes fiscais feitos pelo governo na última década

Avenida Paulista, em São Paulo: Fitch considerou a perspectiva estável (Jurema Oliveira/Wikimedia Commons)

Avenida Paulista, em São Paulo: Fitch considerou a perspectiva estável (Jurema Oliveira/Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de julho de 2011 às 13h27.

Priorizar nos meus resultados Google

Barcelona - A agência de classificação de risco Fitch Ratings atribuiu classificação inicial BBB de longo prazo em moeda estrangeira e em moeda local, com perspectiva estável, ao estado de São Paulo. Os ratings de curto prazo em moeda estrangeira e local foram assinalados em F2 e os ratings nacionais de longo e curto prazos foram classificados em AA+(bra) e F1+(bra), respectivamente.

Em nota, a Fitch afirmou que os ratings do estado de São Paulo refletem "sua sólida economia, desempenho orçamentário firme, melhora na margem operacional depois de ajustes fiscais durante a última década e renegociação de dívida". "Os ratings também refletem a flexibilidade financeira oferecida pelo governo federal ao permitir que São Paulo capitalize os pagamentos de juros devidos ao governo federal", disse a agência.

No entanto, observou a Fitch, São Paulo apresenta um alto ônus da dívida que inclui não apenas o passivo com instituições financeiras, mas também as obrigações com o governo federal. "O Estado também enfrenta potenciais pressões relacionadas a responsabilidades cruciais, como saúde, educação e previdência", acrescentou a Fitch, na primeira vez em que classifica o estado. As informações são da Dow Jones.

Acompanhe tudo sobre:Empresascidades-brasileirasMetrópoles globaisMercado financeiroFitchAgências de ratingSão Paulo capitalRating

Mais de Mercados

Magalu agora vende na Shopee: o que a varejista ganha ao entrar na casa da concorrente

Ibovespa cai após Senado aprovar fim da escala 6x1 e pesquisas mais acirradas

Quem vai ficar com os R$ 13,3 bilhões da Black Friday? BTG aposta em três nomes

Por que a ação da Skydance veio ladeira abaixo após a fusão com a Warner