Mercados

Dow Jones chega ao nono recorde consecutivo

O principal indicador da Bolsa de Nova York somou 25,61 pontos, para 22.118,42

Dow Jones: o S&P 500 subiu 0,16%, para 2.480,91, e o Nasdaq avançou 0,51% e fechou aos 6.383,77 (Spencer Platt/Getty Images)

Dow Jones: o S&P 500 subiu 0,16%, para 2.480,91, e o Nasdaq avançou 0,51% e fechou aos 6.383,77 (Spencer Platt/Getty Images)

E

EFE

Publicado em 7 de agosto de 2017 às 18h32.

Priorizar nos meus resultados Google

Nova York - O índice Dow Jones Industrial conquistou nesta segunda-feira seu nono recorde consecutivo, e o seletivo S&P também estabeleceu uma nova melhor marca.

O principal indicador da Bolsa de Nova York somou 25,61 pontos, para 22.118,42. O seletivo S&P 500 subiu 0,16%, para 2.480,91, e o índice composto da Nasdaq avançou 0,51% e fechou aos 6.383,77.

O Dow Jones começou a semana como terminou a anterior, com os investidores optando pelas compras.

O sólido rumo da economia dos Estados Unidos, a progressiva melhora da conjuntura global e uma onda de resultados empresariais acima do que o esperado geraram grande otimismo em Wall Street, que se reflete especialmente no Dow Jones.

Hoje, os papéis da Apple (1,41%), do Goldman Sachs (1,38%) e da Boeing (1,06%) lideraram os ganhos no Dow Jones, compensando as quedas das ações de empresas como United Technologies (-2,44%), Disney (-1,24%) e IBM (-1,16%).

As ações da Netflix, que hoje anunciou a primeira aquisição empresarial de sua história ao comprar a editora de HQ's Millaword, avançaram ao longo do dia e subiram 0,59% no fechamento.

No fechamento do pregão, a onça do ouro caía para US$ 1.263,20, e a rentabilidade dos títulos da dívida pública americana com vencimento em dez anos recuava para 2,257%.

Acompanhe tudo sobre:Estados Unidos (EUA)wall-streetDow Jones

Mais de Mercados

Pessimismo com Brasil bate recorde e gestores abandonam Bolsa

Ibovespa ensaia recuperação após seis quedas com bom humor global em dia de Copom

Ozempic para de crescer na Raia Drogasil, mas BTG vê ação dobrar

'Não tem discussão, tem especulação', diz CEO do Itaú sobre mudança nos juros