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Bolsas europeias fecham em leve alta após volatilidade

Em uma dia sem grandes notícias macroeconômicas, acabou prevalecendo o alívio com a Síria

Símbolo do índice DAX na bolsa de Frankfurt: o índice pan-europeu Stoxx 600 ganhou 0,35%, fechando a 310,88 pontos, o maior nível desde junho de 2008 (REUTERS/Ralph Orlowski)
DR

Da Redação

Publicado em 11 de setembro de 2013 às 14h19.

Londres - As bolsas da Europa fecharam com leves ganhos nesta quarta-feira, após uma sessão volátil. Em uma dia sem grandes notícias macroeconômicas, acabou prevalecendo o alívio com a Síria, após o presidente dos EUA recuar ontem sobre a possibilidade de uma intervenção militar no país. O índice pan-europeu Stoxx 600 ganhou 0,35%, fechando a 310,88 pontos, o maior nível desde junho de 2008.

"Eu acredito que os fundamentos para as ações são sólidos, mas nós já tivemos um bom rali ao longo do último ano. Embora os dados econômicos venham surpreendendo positivamente, esses indicadores estão apenas corroborando o que os mercados já tinham precificado", comenta Peter Dixon, estrategista do Commerzbank.

Na agenda de indicadores econômicos da Europa, a taxa de desemprego no Reino Unido caiu para 7,7% no trimestre encerrado em julho, de 7,8% no trimestre até junho. O resultado veio melhor do que a previsão dos analistas, que esperavam estabilidade. Na Alemanha, a leitura final do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) mostrou estabilidade em agosto ante julho e alta de 1,5% na comparação com agosto do ano passado. Enquanto isso, nos EUA o único dado relevante divulgado hoje foram os estoques no atacado, que tiveram alta mensal de 0,1% em julho, quando a estimativa era de aumento de 0,3%.

Nesse cenário, o índice FTSE, da Bolsa de Londres, ganhou 0,07%, fechando a 6.588,43 pontos. As ações da ARM Holdings subiram 4,84%, após a Apple lançar ontem um novo modelo do iPhone, que vai usar os chips fabricados pela companhia britânica. Já a varejista de materiais de construção Kingfisher recuou 2,74%, depois de anunciar resultados decepcionantes no primeiro semestre.

Em Paris, o índice CAC-40 subiu 0,06% e fechou a 4.119,11 pontos. GDF Suez, com valorização de 3,30%, e Michelin, que ganhou 1,34%, foram os destaques. Já a Alstom caiu 1,43%, após ter sua recomendação rebaixada pelo Credit Suisse para "underperform" (abaixo da média do mercado).

Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX teve alta de 0,58%, terminando a sessão a 8.495,73 pontos. As concessionárias de serviços públicos tiveram bom desempenho, após várias elevações recentes de analistas e esperanças de mudanças positivas depois das eleições deste mês na Alemanha (RWE +6,90% e E.ON +4,90%). O Commerzbank avançou 2,85%.

O índice FSTE-Mib, da Bolsa de Milão, avançou 1,33%, para 17.562,55 pontos, impulsionado por relatos de que os principais partidos da Itália costuram um acordo para salvar o mandato do senador Silvio Berlusconi e assim afastar a crise política que ameaçava derrubar o governo de coalizão de Enrico Letta. Os bancos lideraram a alta, após o JPMorgan Cazenove elevar sua recomendação para algumas instituições do sul da Europa (Banca Popolare de Milano +7,12%, Banca Monte dei Paschi di Siena +3,70%, Intesa Sanpaolo +1,74% e UniCredit +3,55%).

Em Madri, o índice Ibex-35 registrou ganho de 0,84%, a 8.875,20 pontos. Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 teve alta de 0,23%, para 6.045,78 pontos. Fonte: Dow Jones Newswires.

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Londres - As bolsas da Europa fecharam com leves ganhos nesta quarta-feira, após uma sessão volátil. Em uma dia sem grandes notícias macroeconômicas, acabou prevalecendo o alívio com a Síria, após o presidente dos EUA recuar ontem sobre a possibilidade de uma intervenção militar no país. O índice pan-europeu Stoxx 600 ganhou 0,35%, fechando a 310,88 pontos, o maior nível desde junho de 2008.

"Eu acredito que os fundamentos para as ações são sólidos, mas nós já tivemos um bom rali ao longo do último ano. Embora os dados econômicos venham surpreendendo positivamente, esses indicadores estão apenas corroborando o que os mercados já tinham precificado", comenta Peter Dixon, estrategista do Commerzbank.

Na agenda de indicadores econômicos da Europa, a taxa de desemprego no Reino Unido caiu para 7,7% no trimestre encerrado em julho, de 7,8% no trimestre até junho. O resultado veio melhor do que a previsão dos analistas, que esperavam estabilidade. Na Alemanha, a leitura final do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) mostrou estabilidade em agosto ante julho e alta de 1,5% na comparação com agosto do ano passado. Enquanto isso, nos EUA o único dado relevante divulgado hoje foram os estoques no atacado, que tiveram alta mensal de 0,1% em julho, quando a estimativa era de aumento de 0,3%.

Nesse cenário, o índice FTSE, da Bolsa de Londres, ganhou 0,07%, fechando a 6.588,43 pontos. As ações da ARM Holdings subiram 4,84%, após a Apple lançar ontem um novo modelo do iPhone, que vai usar os chips fabricados pela companhia britânica. Já a varejista de materiais de construção Kingfisher recuou 2,74%, depois de anunciar resultados decepcionantes no primeiro semestre.

Em Paris, o índice CAC-40 subiu 0,06% e fechou a 4.119,11 pontos. GDF Suez, com valorização de 3,30%, e Michelin, que ganhou 1,34%, foram os destaques. Já a Alstom caiu 1,43%, após ter sua recomendação rebaixada pelo Credit Suisse para "underperform" (abaixo da média do mercado).

Na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX teve alta de 0,58%, terminando a sessão a 8.495,73 pontos. As concessionárias de serviços públicos tiveram bom desempenho, após várias elevações recentes de analistas e esperanças de mudanças positivas depois das eleições deste mês na Alemanha (RWE +6,90% e E.ON +4,90%). O Commerzbank avançou 2,85%.

O índice FSTE-Mib, da Bolsa de Milão, avançou 1,33%, para 17.562,55 pontos, impulsionado por relatos de que os principais partidos da Itália costuram um acordo para salvar o mandato do senador Silvio Berlusconi e assim afastar a crise política que ameaçava derrubar o governo de coalizão de Enrico Letta. Os bancos lideraram a alta, após o JPMorgan Cazenove elevar sua recomendação para algumas instituições do sul da Europa (Banca Popolare de Milano +7,12%, Banca Monte dei Paschi di Siena +3,70%, Intesa Sanpaolo +1,74% e UniCredit +3,55%).

Em Madri, o índice Ibex-35 registrou ganho de 0,84%, a 8.875,20 pontos. Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 teve alta de 0,23%, para 6.045,78 pontos. Fonte: Dow Jones Newswires.

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