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BDRs do Inter estreiam hoje na B3: o que acontece com BIDI11?

Ações começam a ser negociadas nos EUA na quinta-feira, encerrando migração dos papéis para o exterior

Inter: migração tem como objetivo facilitar o acesso à capital (Inter/Divulgação)

Inter: migração tem como objetivo facilitar o acesso à capital (Inter/Divulgação)

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Beatriz Quesada

20 de junho de 2022, 14h09

O Inter deu mais um passo em seu processo de listagem nos Estados Unidos nesta segunda-feira, 20, com a estreia da negociação dos BDRs na B3. Os papéis BIDI31, que representam as ações agora listadas no exterior, vão substituir as ações BIDI3, BIDI4 e as units BIDI11.

Na conversão, para cada seis ações ordinárias ou preferenciais (BIDI3 ou BIDI4), o investidor receberá um BDR (BIDI31). No caso das units (BIDI11), será um BDR para cada dois papéis.

Os acionistas do Inter puderam escolher entre converter as ações em BDRs, receber o dinheiro pelos papéis antes da migração (cash-out) ou converter seus papéis em ações americanas – para este último, era necessário ter conta em corretora no exterior.

O prazo para a escolha se encerrou no dia 20 de maio, e os acionistas que não se manifestarem durante o período de opção recebem BDRs automaticamente. Após o recebimento, no entanto, é possível cancelar os BDRs e transformá-los em ações Classe A listadas diretamente na Nasdaq.

Sonho antigo do Inter, a migração tem como objetivo facilitar o acesso à capital. Segundo a empresa, os benefícios incluem a expansão da área de crédito do Inter e o aproveitamento possíveis oportunidades de consolidação.

As ações do Inter na bolsa de tecnologia Nasdaq começam a ser negociadas na quinta-feira, 23.