Mercados

Barclays nos EUA deve aderir a veto de compra de criptomoedas

Porta-voz afirmou que o banco está revisando sua política em cada país e que ainda não alterou sua política

Barclaycard é um dos maiores emissores de cartões de crédito no Reino Unido e nos Estados Unidos (Andrew Kelly/Reuters)

Barclaycard é um dos maiores emissores de cartões de crédito no Reino Unido e nos Estados Unidos (Andrew Kelly/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 9 de fevereiro de 2018 às 11h21.

Priorizar nos meus resultados Google

Londres - O Barclays deve seguir outras instituições financeiras de peso nos Estados Unidos ao impedir que clientes comprem bitcoins e outras criptomoedas com seus cartões de crédito, de acordo com uma entrevista com um executivo sênior da unidade de cartões do banco.

"Nós estamos tomando a decisão de que provavelmente não permitiremos compras de criptomoedas no cartão", afirmou Paul Wilmore, diretor administrativo do Barclaycard, ao blog Bank Innovation.

Uma porta-voz do Barclays em Londres disse que o banco está revisando sua política em cada país e que ainda não alterou sua política.

O Barclaycard é um dos maiores emissores de cartões de crédito no Reino Unido e nos Estados Unidos que ainda não anunciou formalmente a proibição de compras de moedas digitais com cartões.

O Lloyds Banking Group, que emite pouco mais de 25 por cento de todos os cartões de crédito no Reino Unido, e a Virgin Money comunicaram a proibição na semana passada, seguindo os passos de JP Morgan Chase & Co e Citigroup.

A medida visa a proteger os clientes de acumular dívidas enormes com a compra de moedas digitais em cartões de crédito, se os valores despencarem, explicou a porta-voz do Lloyds na semana passada.

Acompanhe tudo sobre:BancosBarclaysCriptomoedas

Mais de Mercados

Pressionada pela China, Volvo tem prejuízo de R$ 2,8 bilhões e corta 2.500 vagas

Últimas pesquisas antes do 2° turno, debate na Globo e IPCA-15: o que move os mercados

Bradesco tem lucro de R$ 7,1 bi no 3º tri: inadimplência e provisões também avançam

Moderna perde US$ 20 bi em um dia após vazamento de dados de vacina contra câncer