Mercados

Bancos e seguradoras precisam ter cuidado com criptoativos, diz BoE

"Em sua curta história, os ativos de criptoativos exibiram alta volatilidade e falta de liquidez", disse o Banco da Inglaterra (BoE) nesta quinta-feira

Criptoativos: o BoE espera que as empresas informem o seu contato de supervisão habitual de qualquer exposição ou atividade planejada de criptoativos numa base ad hoc (Denes Farkas/Thinkstock)

Criptoativos: o BoE espera que as empresas informem o seu contato de supervisão habitual de qualquer exposição ou atividade planejada de criptoativos numa base ad hoc (Denes Farkas/Thinkstock)

R

Reuters

Publicado em 28 de junho de 2018 às 09h05.

Priorizar nos meus resultados Google

Londres - Bancos e seguradoras devem ter cuidado com criptoativos, já que podem ser altamente voláteis e vulneráveis a fraudes, disse o Banco da Inglaterra (BoE) nesta quinta-feira.

Sam Woods, vice-governador do BoE responsável por supervisão financeira, disse que a gama de produtos e participantes do mercado ligados a criptoativos cresceu rapidamente.

"Em sua curta história, os ativos de criptoativos exibiram alta volatilidade de preços e relativa falta de liquidez", disse Woods em carta aos executivos de bancos e seguradoras.

"Os critpoativos também levantam preocupações relacionadas à má conduta e à integridade do mercado - muitos parecem vulneráveis à fraude e manipulação, bem como aos riscos de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo".

O BoE espera que as empresas informem o seu contato de supervisão habitual de qualquer exposição ou atividade planejada de criptoativos numa base ad hoc, juntamente com uma avaliação dos riscos associados à exposição pretendida.

Acompanhe tudo sobre:BancosCriptomoedas

Mais de Mercados

Raízen aprova recuperação extrajudicial e prevê capitalização de até R$ 39,8 bi

Só 12 ações do Ibovespa subiram em outubro; veja quais escaparam do tombo

Ibovespa cai 18% desde reeleição de Lula e tem pior semana em quase 7 anos

Dólar tem maior alta semanal desde crise de 2008 e avança 9% no pós-eleição