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Diretor de banco deixa a instituição para fundar empresa de criptoativos

Alex Kriete, diretor no Citi anunciou sua saída do banco através de uma postagem no LinkedIn. Kriete disse também acreditar que os criptoativos vão formar novos modelos de negócios

“Sem surpresas para aqueles que me conhecem, eu acredito que os ativos digitais vão continuar a crescer em importância nos mercado globais", disse o executivo (Emmanuel Dunand/AFP)

“Sem surpresas para aqueles que me conhecem, eu acredito que os ativos digitais vão continuar a crescer em importância nos mercado globais", disse o executivo (Emmanuel Dunand/AFP)

Alex Kriete, diretor e co-head de Digital Assets no Citi, um dos maiores bancos do mundo com US$ 108 bilhões em valor de mercado, anunciou sua saída da instituição para fundar sua própria empresa no ramo dos criptoativos.

“Ao longo dos últimos cinco anos, meu interesse pessoal e subsequente escrita sobre ativos digitais criados no blockchain (sim, criptoativos) levou à uma conexão fantástica com colegas em todo o negócio do Citi, companhias externas e clientes interessados, e dessa vez vou tomar um novo desafio profissional criando uma nova empresa nesse espaço”, escreveu Kriete, que trabalha no banco norte-americano há mais de uma década.

“Sem surpresas para aqueles que me conhecem, eu acredito que os ativos digitais vão continuar a crescer em importância nos mercado globais e na formação de novos modelos de negócio, e eu não poderia estar mais animado em ajudar em seu desenvolvimento”, completou o executivo com certificação CFA, a mais prestigiada do mercado financeiro tradicional.

Kriete ainda prometeu compartilhar mais detalhes de seu novo empreendimento nas próximas semanas, após o encerramento de seu contrato com o antigo empregador.

Executivos que deixam o mercado tradicional para se juntar à comunidade cripto são cada vez mais comuns. No mês passado, Roger Bartlett, ex co-head de operações em mercados globais no Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimento do mundo, se juntou à Coinbase, como como vice-presidente de operações financeiras globais.

Na época, Bartlett escreveu: “O propósito inspirador de criar uma economia livre no mundo, com o consumidor e a automação em primeiro lugar, é a oportunidade de uma vida, fazer parte da construção do novo estágio da revolução digital”.

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