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Apresentado por UNIPAR

A Unipar investe em autoprodução para suprir sua demanda energética

Empresa aposta em energia eólica e solar para chegar em 2025 com 80% da demanda de suas operações no Brasil abastecidas por fontes renováveis

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Energia renovável: parceria da Unipar com a AES Brasil contempla a construção de dois parques eólicos – um na Bahia e outro no Rio Grande do Norte  (UNIPAR/Divulgação)

Energia renovável: parceria da Unipar com a AES Brasil contempla a construção de dois parques eólicos – um na Bahia e outro no Rio Grande do Norte (UNIPAR/Divulgação)

Um dos insumos mais importantes na indústria é a energia. Que o diga a Unipar, empresa líder na produção de cloro e soda e a segunda maior produtora de PVC da América do Sul.

Para tornar suas operações mais sustentáveis e, ao mesmo tempo, mais eficientes e competitivas, a empresa, que tem a energia entre seus insumos mais importantes, vem adotando uma série de medidas para reduzir sua pegada de carbono. Entre as mais avançadas estão os investimentos em parques eólicos e solar e a adoção de metas de autossuficiência em energias renováveis. Todas essas ações estão em linha com seu objetivo de ser um agente de transformação para um mundo mais sustentável.

80% da energia elétrica consumida pela Unipar no Brasil será de fonte renovável, até 2025

Autoprodução renovável Com a meta de alcançar 80% da demanda de energia elétrica proveniente de projetos de autoprodução renovável até 2025, a Unipar firmou parcerias com a AES Brasil para a construção de dois parques eólicos – um na Bahia e outro no Rio Grande do Norte –, e com a Atlas Renewable Energy, para a construção do parque solar em Minas Gerais.

Juntos, os três empreendimentos terão capacidade instalada de 485 MW de energia elétrica, dos quais 149 MW médios serão para consumo nas plantas da Unipar.

Vale lembrar que a empresa é pioneira na aquisição de energia renovável no Ambiente de Contratação Livre (ACL) e desenvolve novos projetos e estudos sobre eficiência energética em todas as áreas operacionais, estabelecendo ainda parcerias com o meio acadêmico para abordagens inovadoras em eficiência energética.

O desafio é que, juntas, essas ações promovam uma mudança da matriz energética que possa garantir o acesso à energia limpa no longo prazo, com preços mais atrativos do insumo que hoje representa 50% dos custos de produção de cloro/soda.

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