São Paulo - A inflação em agosto foi de 0,22%, menor do que em julho e do que em agosto do ano passado. Isso não foi suficiente para impedir a taxa de bater o teto da meta no acumulado do ano e de chegar próxima a dois dígitos no acumulado de 12 meses. Mas dos 9 grupos monitoriados, 6 caíram, com Transportes e Alimentação e Bebidas entrando em território negativo e Habitação desacelerando forte. A variação vai de uma queda de 11% nos tubérculos para uma alta de 1,62% nos cursos diversos. Dos 9 grupos monitorados pelo IBGE, só "Comunicação" não entra na galeria porque não tem disponível os detalhes dos itens. Veja a seguir o que ajudou a aumentar ou segurar os preços no mês passado:
Reajuste representa alta de R$ 0,45 por litro e reflete a valorização do combustível no mercado internacional, em meio às tensões no Oriente Médio e à guerra entre Rússia e Ucrânia
Agência de classificação de risco avalia que a continuidade da atual política fiscal pode manter os juros elevados, pressionar os investimentos e dificultar a estabilização da dívida pública