Economia

Mercado de salas comerciais segue em baixa em junho, diz Fipezap

O levantamento engloba escritórios de até 200 m2 em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre

Locação: preço médio anunciado de aluguel das salas comerciais em junho sofreu queda de 0,47% em comparação com maio (Foto/Thinkstock)

Locação: preço médio anunciado de aluguel das salas comerciais em junho sofreu queda de 0,47% em comparação com maio (Foto/Thinkstock)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 25 de julho de 2017 às 14h34.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O mercado de salas e conjuntos comerciais permanece em baixa, com recuo nos preços de venda e locação em junho, de acordo com pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a partir dos anúncios no site Zap Imóveis. O levantamento engloba escritórios de até 200 metros quadrados (m2) em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.

O preço médio anunciado de venda dos imóveis comerciais nessas cidades recuou 0,10% em junho na comparação com maio. No primeiro semestre, a retração atingiu 2,17%, enquanto nos últimos 12 meses houve baixa de 4,34%.

Em junho, a queda nos preços foi puxada pela resultado negativo do Rio de Janeiro, onde houve baixa de 0,97%, para R$ 10.831/m2. Já nas outras cidades, o preço subiu: São Paulo (0,21%, para R$ 10.279/m2), Porto Alegre (0,22%, para R$ 8.047/m2) e Belo Horizonte (0,05%, para R$ 7.529/m2).

Locação

O preço médio anunciado de aluguel das salas e conjuntos comerciais em junho sofreu queda de 0,47% em comparação com maio. No primeiro semestre, a baixa atingiu 1,93%, enquanto no acumulado dos últimos 12 meses, a retração foi de 5,53%.

Em junho, três cidades tiveram queda nos preços de locação: Rio de Janeiro (-0,41%, para R$ 43,97/m2), São Paulo (-0,50%, para R$ 44,80/m2) e Belo Horizonte (-0,93%, para R$ R$ 31,84/m2). Já Porto Alegre mostrou alta de 0,19%, para R$ 31,41/m2.

Acompanhe tudo sobre:aluguel-de-imoveisindice-fipezapimoveis-comerciais

Mais de Economia

Ata do Copom não descarta novos cortes da Selic mas cita 'aumento de incerteza'

BC mantém espaço para novo corte da Selic após eleições, dizem economistas

Com Selic a 13,75% ao ano, Brasil segue com o maior juro real do mundo

BC corta a Selic pela 5ª vez seguida e taxa de juros no Brasil cai para 13,75%