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Faturamento do setor de serviços em SP vai a R$ 29,3 bi e bate recorde

Levantamento revela que o setor de serviços registrou faturamento real de R$ 29,3 bilhões de mês de agosto, o maior valor para o mês desde o início da série

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Setor de serviços: Serviços de comunicação e marketing lideram o ranking com um avanço de 136,7% na comparação com o ano passado (Uelder Ferreira/Thinkstock)

Setor de serviços: Serviços de comunicação e marketing lideram o ranking com um avanço de 136,7% na comparação com o ano passado (Uelder Ferreira/Thinkstock)

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Estagiário sob a supervisão de Alexssander Soares, da Agência Brasil

Publicado em 12 de novembro de 2018 às, 16h54.

Última atualização em 12 de novembro de 2018 às, 17h30.

Levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) revela que o setor de serviços registrou faturamento real de 29,3 bilhões de reais no mês de agosto, o maior valor para o mês desde o início da série histórica na capital paulista, em 2010. Na comparação com o mesmo período de 2017 houve crescimento de 17,2 por cento, e as vendas registraram um avanço de 15,2 por cento no acumulado dos meses de 2018.

De acordo com o estudo, das 13 atividades pesquisadas, nove apontaram expansão no faturamento real em relação a agosto de 2017. Serviços de comunicação e marketing lideram o ranking com um avanço de 136,7 por cento na comparação com o ano passado.

Na sequência estão os serviços jurídicos, econômicos e técnico-administrativos (34,6 por cento); educação (29,7 por centro); gerenciamento, corretagem e intermediação (26,2 por cento); turismo, hospedagem eventos e assemelhados (14.8 por cento); serviços bancários, financeiros e securitários (13,8 por cento); técnico-científico (10,6 por cento); Simples Nacional (3 por cento); e outros serviços (2,3 por cento). Juntas, as atividades contribuíram positivamente para o resultado geral com 18,9 pontos percentuais (p.p.).

Entre as atividades que registraram recuo no faturamento estão a construção civil (-24,6 por cento); representação (-16,2 por cento); saúde (-3,6 por cento); e conservação, limpeza e reparação de bens móveis (-2,1 por cento). Essas quatro atividades contribuíram negativamente com 1,7 p.p. para o resultado geral.

Segundo a FecomercioSP, a permanência de um cenário de inflação reduzida, queda nos juros e a melhoria gradual no nível de emprego parece consolidar um quadro de consumo das famílias e de confiança dos empresários, resultando na baixa volatilidade entre as atividades econômicas do varejo e serviços.

A entidade ressalta ainda que as projeções apontam para um crescimento anual em torno dos 15 por cento no faturamento real do setor de serviços em 2018, que representa mais que o dobro na comparação com o ano passado, que registrou expansão de 6,5 por cento.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS) com base nos dados de arrecadação do Imposto sobre Serviços (ISS) do município de São Paulo, fornecidos pela Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz/SP).

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