Economia

Dilma diz que ajustes fiscais ainda não acabaram

Dilma afirmou que o resultado da redução da desoneração da folha de pagamento neste ano será de, no máximo, 2 bilhões de reais


	A presidente falou de "pontos fora da curva" na economia brasileira -- entre eles a baixa arrecadação, a alta da inflação e a retração do PIB
 (REUTERS/Francois Lenoir)

A presidente falou de "pontos fora da curva" na economia brasileira -- entre eles a baixa arrecadação, a alta da inflação e a retração do PIB (REUTERS/Francois Lenoir)

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Da Redação

Publicado em 7 de julho de 2015 às 07h25.

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Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, a presidente Dilma Rousseff afirmou que ainda precisa aprovar novas medidas fiscais no Congresso. Segundo ela, quanto antes forem tomadas, melhor. Mas "somos uma democracia. Não podemos achar que sai daqui [governo], vai para lá e acabou", disse à publicação.

Dilma também criticou o reajuste do salário dos servidores do Judiciário aprovado no Congresso e disse que tomará medidas explícitas contra. "É impossível. Nem que a gente faça mágica."

Embora não tenha comentado quais provisões estão por vir, Dilma afirmou que o resultado da redução da desoneração da folha de pagamento neste ano será de, no máximo, 2 bilhões de reais.

A presidente também falou de "pontos fora da curva" na economia brasileira -- entre eles a baixa arrecadação, a alta da inflação e a retração do PIB. Dilma também destacou a seca que prejudicou o setor agrícola no ano passado.

Por fim, Dilma disse esperar que a recuperação da economia comece a dar indícios no final do ano. "Não esperamos uma recuperação acelerada no fim do ano. Ninguém que for realista espera isso."

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