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Dados do 1º tri mostram que país saiu da recessão, diz Dyogo

O ministro disse que durante algum tempo teremos "indicadores mistos". Entre os que ainda terão dados negativos estão os do mercado de trabalho

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Dyogo Oliveira: segundo o ministro, a demora na recuperação do mercado de trabalho é normal em todos os países, mas no Brasil a rigidez das regras torna o processo ainda mais lento (Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Dyogo Oliveira: segundo o ministro, a demora na recuperação do mercado de trabalho é normal em todos os países, mas no Brasil a rigidez das regras torna o processo ainda mais lento (Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

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Estadão Conteúdo

Publicado em 10 de maio de 2017 às, 19h53.

Rio - Durante algum tempo a economia terá "indicadores mistos", mas os dados do primeiro trimestre mostram que o país já saiu da recessão, afirmou o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira.

Entre os indicadores que ainda terão dados negativos estão os do mercado de trabalho, que poderão ser favorecidos pela reforma trabalhista, defendeu o ministro.

"Durante algum tempo, teremos alguns indicadores mistos. É característico do tipo de recuperação que estamos tendo. Em si, já é uma boa notícia, porque até algum tempo atrás, só tínhamos números negativos. Agora, vamos ter uma fase em que alguns números sairão negativos, outros positivos", disse Dyogo, pouco antes de fazer palestra na Rio Money Fair, promovida pelo Instituto Ibmec no Rio.

Segundo o ministro, a demora na recuperação do mercado de trabalho é normal em todos os países, mas no Brasil a rigidez das regras torna o processo ainda mais lento.

"A reforma trabalhista pode auxiliar a reduzir essa retomada do trabalho, porque ela reduz os custos de transação no mercado de trabalho e incentiva as empresas a contratar mais", disse Dyogo.

Para o ministro, mesmo com os dados mistos, a recessão ficou para trás.

"O conjunto de dados do primeiro trimestre é positivo e indica que saímos da recessão", afirmou Dyogo, ressaltando que a melhoria da atividade econômica é "resultado do trabalho que o governo tem feito desde o início do mandato" do presidente Michel Temer.

Questionado sobre a reforma da Previdência, Dyogo disse que o governo não trabalha com um "deadline" para a aprovação no Congresso Nacional, embora o "desejo" seja aprovar ainda neste primeiro semestre.

O ministro frisou que aprovar a reforma mais cedo ou mais tarde não terá tanto impacto fiscal no curto prazo.

"A reforma não tem um prejuízo fiscal imediato. O problema da reforma da Previdência é gerar a confiabilidade de que, no futuro, a Previdência é sustentável. Um mês, uma semana, alguns dias a mais ou a menos não são definitivos. O importante é que a gente gaste o tempo necessário para amadurecer a proposta para que ela vá a votação e seja aprovada", afirmou Dyogo.

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