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Grayscale se une a gigante bancário para lançar 1º ETF de bitcoin dos EUA

Maior custodiante de criptomoedas do mundo se junta ao BNY Mellon para converter o seu maior fundo em um ETF de bitcoin

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 (S3studio/Getty Images)

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Lucas Josa

Publicado em 13 de julho de 2021 às, 19h01.

Última atualização em 13 de julho de 2021 às, 19h02.

A Grayscale, a maior custodiante de criptomoedas do mundo, com mais de 30 bilhões de dólares em ativos digitais sob sua gestão, anunciou nesta terça-feira, 13, uma parceria com o banco mais antigo dos EUA, o BNY Mellon, para a administração de seu fundo principal, o Grayscale Bitcoin Trust (GBTC), como parte dos planos da empresa para transformar o fundo no primeiro ETF de bitcoin nos EUA.

Em um anúncio oficial, a Grayscale comunicou que, a partir de outubro, as funções administrativas do GBTC, fundo de bitcoin que administra o equivalente a 21,5 bilhões de dólares, agora serão realizadas pelo BNY Mellon.

Para Michael Sonnenshein, CEO da Grayscale, a decisão representa um passo fundamental para a transformação do fundo em um ETF de bitcoin: “Contar com a participação do BNY Mellon é um marco importante para o nosso compromisso de converter o GBTC em um ETF... O BNY Mellon tem uma longa reputação como um fornecedor confiável e criou uma das primeiras equipes dedicadas a atender a crescente classe de ativos digitais”.

A aprovação de um ETF de bitcoin nos EUA é muito aguardada pelo mercado, tendo em vista que todas as propostas submetidas à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (CVM) foram rejeitadas. De acordo com especialistas, a aprovação de um ETF de criptoativos nos EUA pode impulsionar o mercado, principalmente por facilitar o acesso de novos investidores à esta classe de ativos.

Outros países, como Canadá e Brasil já aprovaram ETFs de criptomoedas, que oferecerem A aprovação de um ETF de bitcoin nos EUA é muito aguardada pelo mercado, principalmente por facilitar o acesso de novos investidores à esta classe de ativos, que por sua vez, pode impactar positivamente o ecossistema de criptoativos. Outros países, como Canadá e Brasil, já aprovaram ETFs de criptomoedas, que podem investir 100% do patrimônio em bitcoin ou em uma cesta com diversas criptomoedas.

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