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Guerra entre militares e olavistas pode levar a um impeachment?

Para o deputado Capitão Augusto, o conflito entre militares e olavistas desgasta a imagem de Jair Bolsonaro no Congresso

Capitão Augusto: para deputado, Bolsonaro não pode relaxar (Fátima Meira/FuturaPress)
Capitão Augusto: para deputado, Bolsonaro não pode relaxar (Fátima Meira/FuturaPress)
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Primeiro Lugar

Publicado em 9 de maio de 2019 às, 05h20.

Última atualização em 24 de julho de 2019 às, 17h04.

A guerra entre militares e defensores de Olavo de Carvalho está abalando a imagem de Jair Bolsonaro no Congresso. O posicionamento do presidente na crise tem sido criticado.

“A cada dez deputados a quem se pede avaliação, oito reclamam e dois se calam”, diz Capitão Augusto (PR-SP), deputado que renunciou à vice-liderança do governo na Câmara recentemente. Os mais descontentes, mesmo na base governista, começam a imaginar a possibilidade de impeachment.

Para Augusto, essa hipótese está fora de cogitação por ora, mas Bolsonaro não pode relaxar. “Um impeachment requer a insatisfação do Parlamento, uma crise econômica e um motivo legal. O primeiro já existe e o segundo pode aparecer sem a reforma da Previdência.”