Colunistas

Vargas Llosa: "Laureado da Liberdade"

Na edição de dezembro de 2010 da revista “The American Conservative”, a colunista Kelly Torrance mostra como a trajetória de Mario Vargas Llosa – de socialista radical a herói literário liberal – faz dele o perfeito Prêmio Nobel para nossos tempos: “Enquanto estudante, ele adentrou o marxismo, pertenceu a uma célula comunista e apoiou a revolução de Fidel Castro em Cuba, vendo nela uma chama de esperança para toda a […] Leia mais

IM

Instituto Millenium

Publicado em 4 de novembro de 2010 às 08h43.

Última atualização em 24 de fevereiro de 2017 às 10h54.

Priorizar nos meus resultados Google

Na edição de dezembro de 2010 da revista “The American Conservative”, a colunista Kelly Torrance mostra como a trajetória de Mario Vargas Llosa – de socialista radical a herói literário liberal – faz dele o perfeito Prêmio Nobel para nossos tempos:

“Enquanto estudante, ele adentrou o marxismo, pertenceu a uma célula comunista e apoiou a revolução de Fidel Castro em Cuba, vendo nela uma chama de esperança para toda a América Latina. O que o fez mudar de ideia foi observar como artistas que falavam o que pensavam eram tratados em uma ditadura. O regime de Castro prendeu o poeta Heberto Padilla por um mês em 1970, no que ficou conhecido como a Questão Padilla. Vargas Llosa finalmente percebeu que socialismo e liberdade política não poderiam coexistir.”

Leia o artigo na íntegra, em inglês, aqui.