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Arrecadação de impostos bate recorde em janeiro

Como já vem acontecendo desde 2010, a arrecadação de impostos arrecadados pelo Estado bateu recorde em janeiro e ficou em R$ 91,07 bilhões. O recorde histórico é de dezembro do ano passado, quando a arrecadação bateu R$ 94 bilhões. Contribuíram para o crescimento da arrecadação no período a expansão da produção industrial, da venda de bens e da massa salarial. A Receita também destacou o fim das desonerações de Imposto […] Leia mais

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Instituto Millenium

Publicado em 25 de fevereiro de 2011 às 21h54.

Última atualização em 24 de fevereiro de 2017 às 12h36.

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Como já vem acontecendo desde 2010, a arrecadação de impostos arrecadados pelo Estado bateu recorde em janeiro e ficou em R$ 91,07 bilhões. O recorde histórico é de dezembro do ano passado, quando a arrecadação bateu R$ 94 bilhões.

Contribuíram para o crescimento da arrecadação no período a expansão da produção industrial, da venda de bens e da massa salarial. A Receita também destacou o fim das desonerações de Imposto sobre Produção Industrial (IPI) para automóveis, iniciadas em abril de 2010.

O novo recorde de arrecadação acontece no momento em que o salário mínimo teve o aumento aprovado pelo governo e na semana em que a presidente Dilma Rousseff cogitou a volta de um novo imposto para a saúde nos moldes da CPMF.

O brasileiro já paga impostos demais, vide arrecadação recorde, e recebe em troca serviços de “menos”, vide qualidade do que é prestado pelo Estado em termos de Saúde, Educação.

No site do Instituto Millenium leia o artigo “Assalto por dentro”, do jornalista Carlos Alberto Sardenberg que fala sobre arredação de impostos, entre eles, o ICMS: “A questão era a de sempre. Como aumentar a arrecadação para cobrir os gastos crescentes? Detalhe: a alíquota do ICMS é fixada em lei e no Confaz, conselho que reúne os secretários estaduais de Fazenda. É difícil mudá-la. Foi aí que um talento das contas públicas inventou o “cálculo por dentro”.”

Fonte: Impostômetro e jornal “ O Globo”