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Mercado da saudade: um bom negócio para produtores que desejam exportar

O Brasil já ultrapassou a marca de 1 bilhão e 200 milhões de dólares com venda de alimentos “emocionais”. Entenda

O Brasil já ultrapassou a marca de 1 bilhão e 200 milhões de dólares com venda de alimentos “emocionais" (Vitor Lando / Shutterstock.com)
O Brasil já ultrapassou a marca de 1 bilhão e 200 milhões de dólares com venda de alimentos “emocionais" (Vitor Lando / Shutterstock.com)

Você já ouviu falar no “Mercado da Saudade”?  

São como são chamados os mercados no exterior que vendem produtos “made in Brasil”. Segundo os produtores e exportadores de fruticultura, esses estabelecimentos funcionam -também - para abrir as portas para os consumidores estrangeiros.  

Um exemplo de bom negócio: A União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária, na Bahia, espera levar para Portugal 6 contêineres com 12 toneladas de produtos de pequenos produtores.  

Além das frutas, existem produtos como flocão de milho, cerveja de umbu e azeite de licuri. Tudo isso foi apresentado no evento internacional “Fruit Attraction”, que aconteceu em São Paulo.  

E o Brasil já ultrapassou a marca de 1 bilhão e 200 milhões de dólares com exportações de frutas.  As mais vendidas são: a manga, o melão e o limão – que têm abastecido a União Europeia, o Reino Unido, Estados Unidos, Argentina e Canadá.  

Agora, o desejo é alcançar as populosas China e Índia. Os empreendedores e startups tem forte papel nesse negócio. O Brasil pode ser orgulhar do açaí, cupuaçu e do buriti – todos da Amazônia.  E o “Mercado da Saudade” - pelo mundo - tem ajudado na divulgação. 

 Mãos e mentes à obra. E Um viva para as frutas do Brasil e para os empreendedores!