Estudantes Trocam República por Startups de Moradia
Se você é estudante ou tem um filho ou filha estudante, já ouviu falar em Student Housing? Conheça agora!


CEO da beuty'in
Publicado em 21 de janeiro de 2025 às 13h57.
Nos últimos anos, o conceito de Student Housing tem ganhado força no Brasil, transformando a forma como os estudantes vivem durante sua jornada acadêmica. Com o aumento da demanda por moradia de qualidade, empreendedores têm investido em prédios que oferecem apartamentos compactos, variando de 25 m² a 40 m², equipados com infraestrutura de serviços e lazer que vão muito além do que as tradicionais repúblicas estudantis podem oferecer.
Esses novos empreendimentos não se limitam a fornecer apenas um teto. Eles oferecem uma experiência completa, com apartamentos mobiliados e áreas comuns que incluem piscina, academia, churrasqueira, lavanderia, salas de estudo, biblioteca, cinema e até espaços para palestras. Essa abordagem inovadora tem atraído a atenção de estudantes que buscam não apenas um lugar para morar, mas um ambiente que favoreça o aprendizado e a socialização.
A taxa de ocupação desses empreendimentos é impressionante, chegando quase a 100%. Localizados em bairros estratégicos como Butantã, Bela Vista, Perdizes e Higienópolis, esses prédios atraem estudantes de instituições renomadas, como a Fundação Getúlio Vargas, PUC e Mackenzie. A administração personalizada desses espaços é um diferencial, incluindo serviços como apoio psicológico para ajudar na adaptação dos novos moradores, além de equipes de manutenção, limpeza e segurança, garantindo um ambiente seguro e acolhedor.
Os empreendedores por trás dessas startups de moradia têm um objetivo claro: acompanhar o estudante durante toda a sua formação acadêmica. Essa fidelização não apenas proporciona uma experiência mais rica para os alunos, mas também garante uma previsibilidade maior para os negócios, uma vez que a rotatividade de inquilinos é reduzida.
O público-alvo desse novo modelo de moradia é composto principalmente por estudantes entre 18 e 26 anos, que estão dispostos a investir entre R$ 1.800 e R$ 5.000 por mês em um espaço que atenda suas necessidades. Com cerca de 8 milhões de estudantes matriculados em cursos presenciais de ensino superior no Brasil, segundo o Ministério da Educação, o mercado de Student Housing se apresenta como uma oportunidade promissora para empreendedores que desejam inovar e atender a essa demanda crescente.
A mensagem é clara: empreendedores, é hora de colocar as mãos e mentes à obra. O mercado de moradia estudantil está em plena transformação, e aqueles que se adaptarem a essa nova realidade certamente colherão os frutos de um setor em expansão. O Student Housing não é apenas uma tendência passageira; é uma revolução que promete mudar a forma como os estudantes vivem e se relacionam com seus ambientes de aprendizado.
Nos últimos anos, o conceito de Student Housing tem ganhado força no Brasil, transformando a forma como os estudantes vivem durante sua jornada acadêmica. Com o aumento da demanda por moradia de qualidade, empreendedores têm investido em prédios que oferecem apartamentos compactos, variando de 25 m² a 40 m², equipados com infraestrutura de serviços e lazer que vão muito além do que as tradicionais repúblicas estudantis podem oferecer.
Esses novos empreendimentos não se limitam a fornecer apenas um teto. Eles oferecem uma experiência completa, com apartamentos mobiliados e áreas comuns que incluem piscina, academia, churrasqueira, lavanderia, salas de estudo, biblioteca, cinema e até espaços para palestras. Essa abordagem inovadora tem atraído a atenção de estudantes que buscam não apenas um lugar para morar, mas um ambiente que favoreça o aprendizado e a socialização.
A taxa de ocupação desses empreendimentos é impressionante, chegando quase a 100%. Localizados em bairros estratégicos como Butantã, Bela Vista, Perdizes e Higienópolis, esses prédios atraem estudantes de instituições renomadas, como a Fundação Getúlio Vargas, PUC e Mackenzie. A administração personalizada desses espaços é um diferencial, incluindo serviços como apoio psicológico para ajudar na adaptação dos novos moradores, além de equipes de manutenção, limpeza e segurança, garantindo um ambiente seguro e acolhedor.
Os empreendedores por trás dessas startups de moradia têm um objetivo claro: acompanhar o estudante durante toda a sua formação acadêmica. Essa fidelização não apenas proporciona uma experiência mais rica para os alunos, mas também garante uma previsibilidade maior para os negócios, uma vez que a rotatividade de inquilinos é reduzida.
O público-alvo desse novo modelo de moradia é composto principalmente por estudantes entre 18 e 26 anos, que estão dispostos a investir entre R$ 1.800 e R$ 5.000 por mês em um espaço que atenda suas necessidades. Com cerca de 8 milhões de estudantes matriculados em cursos presenciais de ensino superior no Brasil, segundo o Ministério da Educação, o mercado de Student Housing se apresenta como uma oportunidade promissora para empreendedores que desejam inovar e atender a essa demanda crescente.
A mensagem é clara: empreendedores, é hora de colocar as mãos e mentes à obra. O mercado de moradia estudantil está em plena transformação, e aqueles que se adaptarem a essa nova realidade certamente colherão os frutos de um setor em expansão. O Student Housing não é apenas uma tendência passageira; é uma revolução que promete mudar a forma como os estudantes vivem e se relacionam com seus ambientes de aprendizado.