Ser criativo é tornar-se vulnerável

Você está preparado para assumir os riscos necessários para impulsionar a inovação e defender um ambiente de invenções exageradas?
 (Divulgação/Divulgação)
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Pontapé EmpreendedorPublicado em 17/01/2022 às 15:56.

Por Ricardo Bellino

Nesta terça-feira, 18 de Janeiro, o eterno CEO do Cirque du Soliel, e atual Vice-Chairman, Daniel Lamarre, lança o seu livro aonde compartilha o que é necessário para qualquer pessoa, independentemente da posição ou do setor, abraçar o valor da liderança criativa.

Nas palavras de Daniel Lamarre: “Ser criativo é tornar-se vulnerável. é da natureza humana hesitar em deixar fluir idéias e emoções com o tipo de abandono necessário para a verdadeira inovação, a menos que possamos confiar nas pessoas ao nosso redor. Por isso é tão importante, em qualquer empreendimento criativo, estabelecer um porto seguro.”

Coincidência ou Sincronicidade?

Nesse mesmo dia 18, apresentado por Lamarre, eu farei uma reunião com a diretoria do Cirque du Soleil, sobre o primeiro empreendimento do pujante setor de Multipropriedade brasileiro, que deverá ter como âncora o primeiro parque de diversões e experiências do Cirque du Soleil no país. Não bastasse as “coincidências” de data, quase 3 anos ausentes no país, Cirque du Soleil desembarca no Brasil em Setembro deste ano, com uma nova temporada, BAZZAR, que deverá servir de plataforma para lançar essa nova iniciativa Imobiliaria.

Em franca expansão no Brasil, com mais de 128 resorts já lançados, em que uma pessoa pode adquirir a fração de um imóvel pagando apenas pelo que utiliza, o modelo de multipropriedade é um mix de real estate (imobiliário), em que o proprietário possui a escritura do imóvel; condominial, em que há uma gestora responsável pela administração do empreendimento e deve prestar contas aos proprietários; e hotelaria, em que há uma empresa que oferecerá serviços de hospitalidade e entretenimento, tanto para os proprietários e hóspedes.

Sancionada em 2018, a Lei 13.777 promoveu uma mudança no mercado imobiliário brasileiro ao instituir o conceito de multipropriedade – ou seja, um mesmo imóvel pode ter até 26 proprietários e cada um pode usufruir dele por um período anual compatível com seu investimento. Três anos depois, o modelo é considerado um sucesso e deve fechar o ano com saldo positivo.

No ano de 2018, foram 80 projetos de multipropriedade no Brasil. Em 2021, foram 128. Em 2020, mesmo com a crise econômica gerada pela pandemia, o setor movimentou R$ 24,1 bilhões. Já no ano passado, foram R$ 28,3 bilhões, segundo estudo feito pela Caio Calfat Consultoria, um crescimento de 17,4%.

o eterno CEO do Cirque du Soliel, e atual Vice-Chairman, Daniel Lamarre, lança o seu livro aonde compartilha o que é necessário para qualquer pessoa, independentemente da posição ou do setor, abraçar o valor da liderança criativa.

o eterno CEO do Cirque du Soliel, e atual Vice-Chairman, Daniel Lamarre, lança o seu livro aonde compartilha o que é necessário para qualquer pessoa, independentemente da posição ou do setor, abraçar o valor da liderança criativa. (Divulgação/Divulgação)

No centro das produções luxuosas e multimilionárias do Cirque du Soliel está o presidente e CEO Daniel Lamarre, que dominou a capacidade de unir negócios e criatividade em vários idiomas e culturas de uma maneira nunca vista antes. Os segredos que ele compartilha em Balancing Acts estão enraizados em uma tremenda fé em suas próprias habilidades criativas e nas mentes mais aguçadas de sua organização.

Através do triunfo e das provações da história de Daniel, você aprenderá:

Como quebrar as limitações percebidas que estão no caminho de sua capacidade de pensar de forma criativa e inovadora;
Quando intensificar e quando recuar para que sua equipe possa criar uma obra-prima que não estrague o banco;
Como, ao usar os métodos que Daniel descobriu, as empresas modernas com burocracias arraigadas podem unir criatividade e negócios para promover a inovação e aumentar os lucros; e
Como usar o pensamento criativo para levar sua organização a novos patamares.

Se você trabalha para uma das organizações mais criativas do planeta, como o Cirque du Soleil; em um trabalho corporativo abafado; ou algo intermediário—“Balancing Acts” está repleto de princípios que podem fortalecer e acelerar qualquer negócio no planeta.

'Hollywood poderia aprender muito com o Cirque du Soleil sobre como colocar a criatividade em primeiro lugar. É a cultura corporativa deles, é o ar que respiram. Como eles fazem sua magia pode inspirar a todos nós. -- James Cameron, diretor vencedor do Oscar

Daniel Lamarre é um franco-canadense e cidadão do mundo cujo talento para as principais empresas criativas ficou evidente durante suas quase duas décadas no Cirque du Soleil, durante as quais instigou e orientou o crescimento surpreendente de uma das empresas mais inspiradoras do planeta.

Quando ingressou no Cirque em 2001 como presidente de novos empreendimentos, a entidade tinha dois mil funcionários e sete espetáculos em cartaz. Cinco anos depois, Daniel tornou-se presidente-executivo e, hoje, o Cirque tem quase cinco mil funcionários e quarenta e quatro shows em cinco continentes. A empresa tem vendas anuais de US$ 1 bilhão, margens de lucro de vinte por cento e quinze milhões de pessoas compram ingressos para seus shows em todo o mundo anualmente, mais do que todos os trinta e nove shows da Broadway juntos. Cidade natal: Montreal, Canadá.