Protagonismo universitário: o caminho para transformar a faculdade em experiência profissional
Redatora
Publicado em 10 de julho de 2026 às 16h57.
Participar de um centro acadêmico, liderar uma iniciativa social, organizar eventos universitários ou desenvolver um projeto de pesquisa exige muito mais do que conhecimento técnico.
Comunicação, criatividade, organização, inteligência emocional e capacidade de resolver problemas estão entre as habilidades que mais colocam estudantes em posição de destaque na universidade. E boa parte delas pode ser desenvolvida longe da sala de aula.
As atividades de lazer têm impacto direto na recuperação mental, no desenvolvimento cognitivo e no desempenho acadêmico e profissional.
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Universidades, empresas e programas de desenvolvimento buscam estudantes capazes de transformar conhecimento em ação. Isso significa liderar equipes, propor soluções, trabalhar de forma colaborativa e aprender continuamente.
Hobbies contribuem justamente para esse desenvolvimento porque oferecem espaços seguros para experimentar desafios, aprender novas competências e fortalecer características comportamentais difíceis de desenvolver apenas por meio das disciplinas acadêmicas.
A percepção também aparece no Future of Jobs Report, do Fórum Econômico Mundial, que aponta criatividade, pensamento analítico, resiliência, aprendizagem contínua e liderança entre as competências mais importantes para os próximos anos.
Diferentes hobbies estimulam habilidades específicas, como:
Já atividades como o voluntariado ampliam liderança, colaboração e relacionamento interpessoal, competências frequentemente exigidas em projetos universitários e programas de liderança estudantil.
Outro ponto de destaque é que produtividade não significa ocupar todo o tempo livre estudando. Momentos de recuperação psicológica reduzem a fadiga cognitiva, restauram a energia mental e melhoram o desempenho quando estudantes e profissionais retornam às atividades.
Na prática, reservar tempo para atividades prazerosas não representa perda de produtividade. É uma estratégia para manter o aprendizado sustentável ao longo do tempo.
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Entre as atividades destacadas, o trabalho voluntário ocupa posição de destaque. Ele permite contato com diferentes realidades e oferece oportunidades concretas para desenvolver liderança, comunicação, organização de projetos e trabalho em equipe.
Essas experiências fortalecem iniciativas de liderança estudantil justamente porque exigem capacidade de mobilizar pessoas, resolver problemas e gerar impacto coletivo.
O Na Prática nasceu como uma plataforma educacional criada para impulsionar a carreira de jovens, do estágio à liderança, complementando o ensino universitário com uma formação voltada para o mercado de trabalho.
Pensando nesse propósito, a instituição criou o Prêmio Na Prática Protagonismo Universitário. Com cinco ganhadores, um de cada estado, ele é o primeiro reconhecimento nacional com recorte regional focado exclusivamente em estudantes de alto desempenho prático e acadêmico.