(TSE/Divulgação)
Repórter
Publicado em 20 de outubro de 2026 às 18h29.
Há exatos 918.876 eleitores no exterior aptos a votar no 2º turno das eleições do Brasil neste ano, o que corresponde a pouco mais de 0,5% do eleitorado brasileiro total. Quem está registrado em outro país para votar só pode escolher ocupantes dos cargos de presidente e vice-presidente. Vagas para senador, deputados e governadores não podem ser decididas por pessoas que estão fora do Brasil, de acordo com as regras do Tribunal Superior Eleitoral.
No primeiro turno deste ano, Lula (PT) saiu na frente no voto no exterior. Segundo os dados do TSE, o petista liderou em 64 países. Flávio Bolsonaro, do PL, ficou em segundo lugar, vencendo em 36 países. No 1º turno, foram instaladas urnas em 186 cidades de 133 países e territórios, incluindo a Guiana Francesa.
Mesmo assim, mais de 60% dos brasileiros aptos a votar no exterior não compareceram às urnas e quase 11 mil pessoas optaram por votar nulo ou branco.
Na última eleição presidencial, o então candidato Lula, do PT, liderou a votação no exterior no 2º turno, terminando em primeiro lugar com 47,17% dos votos válidos, contra 41,61% do então presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo os dados do TSE.
Lula saiu na frente em países como a Austrália, Portugal, Espanha, França e Reino Unido. Bolsonaro venceu em cidades do Japão.
Na eleição de oito anos atrás, o então candidato Jair Bolsonaro, do PSL, também venceu no exterior no 2º turno. Segundo os dados do TSE, ele teve 70,98% dos quase 185 mil votos válidos, contra 29,02% de Fernando Haddad.
Bolsonaro venceu com folga em cidades do Japão e em algumas dos Estados Unidos, como Miami, Atlanta, Hartford, Boston e Los Angeles. Ele também teve vitórias em Roma e Milão, na Itália, e Lisboa, Porto e Faro, em Portugal.
Já Fernando Haddad, à época, saiu na frente em Paris, na França, Moscou, na Rússia, e Ramallah, na Palestina.