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Paralisação dos caminhoneiros está perto do fim

O Porto de Santos (SP) é um dos principais pontos de concentração, onde caminhoneiros decidiram manter a greve

Porto de Santos: as Forças Armadas estão no local (Germano Lüders/Exame)

Porto de Santos: as Forças Armadas estão no local (Germano Lüders/Exame)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 31 de maio de 2018 às 09h25.

São Paulo - A paralisação dos caminhoneiros vem perdendo força e dá claros sinais de que está próxima do fim. A Polícia Federal Rodoviária (PRF) notificou nesta quinta-feira, 31, uma grande redução dos pontos de concentração nas rodovias federais. Em todos os Estados, a vida começa a voltar ao ritmo normal.

O Porto de Santos (SP) é um dos principais pontos de concentração, onde caminhoneiros decidiram manter a greve após não chegarem a um acordo com o governador de São Paulo, Márcio França. As Forças Armadas estão no local e conseguiram liberar o acesso ao porto, permitindo a circulação de caminhões.

Após o protesto dos caminhoneiros perder fôlego, petroleiros desafiam a Justiça do Trabalho e iniciara greve em refinarias. Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a paralisação atinge as unidades de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Amazonas e Pernambuco.

Em São Paulo, a Sincopetro diz que o abastecimento está se normalizando. Após dias de protestos intensos, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que 11 Estados, incluindo São Paulo, não têm mais manifestações. Na capital paulista, a situação de emergência será suspensa nesta sexta-feira, dia 1º.

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