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MEC é o ministério com mais trocas no governo Dilma

Só Aloizio Mercadante já ocupou quatro cadeiras: Educação duas vezes, Ciência, Tecnologia e Inovação e Casa Civil

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Aloizio Mercadante deixa o Ministério da Educação pela Casa Civil (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Aloizio Mercadante deixa o Ministério da Educação pela Casa Civil (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

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Raphael Martins

Publicado em 2 de outubro de 2015 às, 14h43.

Última atualização em 2 de agosto de 2017 às, 13h18.

São Paulo –  Confirmado hoje o nome de Aloizio Mercadante (PT) como novo ministro da Educação, o MEC tornou-se a pasta com mais trocas de comando desde o início do governo Dilma Rousseff. O posto que até esta semana era de Renato Janine Ribeiro, terá o seu sexto ministro desde 2011.

Só Mercadante já ocupou quatro cadeiras nos ministérios de Dilma. Com a chegada da presidente em 2011, ele foi alocado como ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação. Em janeiro de 2012, tornou-se ministro da Educação. Pouco mais de dois anos depois, assumiu a Casa Civil, onde ficou até voltar hoje para o MEC.

Pelo MEC passaram também Fernando Haddad (julho de 2005 a janeiro de 2012), José Henrique Paim (fevereiro de 2014 a janeiro de 2015) e Cid Gomes (janeiro de 2015 a março de 2015).

Outros sete ministérios tiveram cinco trocas de comando entre os mandatos de Dilma: Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Desenvolvimento Agrário, Secretaria dos Portos, Transportes, Pesca e Aquicultura e Secretaria de Relações Institucionais — os dois últimos foram extintos. (Veja aqui os que mais trocam)

Apenas cinco ministérios conseguiram dar continuidade ao trabalho e mantém os mesmos comandantes desde 2011. São eles: Advocacia-Geral da União (Luís Inácio Adams), Banco Central (Alexandre Tombini), Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Tereza Campello), Justiça (José Eduardo Cardozo) e Meio Ambiente (Izabella Teixeira).

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