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Lula grava com candidatos ao Senado em estratégia para conter avanço bolsonarista

Movimentação acontece às vésperas do início oficial da campanha eleitoral, momento em que o bolsonarismo também reforça a disputa pelas vagas do Senado

Lula: presidente reservou esta quinta e a sexta-feira para gravar peças de apoio a aliados (Ricardo Stuckert/Flickr/Divulgação)

Lula: presidente reservou esta quinta e a sexta-feira para gravar peças de apoio a aliados (Ricardo Stuckert/Flickr/Divulgação)

Naty Falla
Naty Falla

Repórter

Publicado em 13 de agosto de 2026 às 15h50.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta quinta-feira, 13, uma série de gravações com candidatos aliados ao Senado. Com dois terços das cadeiras do Senado em disputa neste ano, a campanha trata a composição da Casa como uma das prioridades da eleição.

O presidente reservou esta quinta e a sexta-feira para gravar peças de apoio a aliados que concorrem a cargos majoritários nos estados. Candidatos ao Senado e a governos estaduais foram convocados a Brasília pela cúpula do PT para participar das filmagens, realizadas no QG de comunicação da campanha, no Lago Sul.

A movimentação acontece às vésperas do início oficial da campanha eleitoral, momento em que o bolsonarismo também reforça a disputa pelas vagas do Senado.

"Essa ação que começa a ser desenvolvida hoje é muito importante na nossa estratégia. Definimos que a prioridade maior é a reeleição do presidente Lula, mas colocamos já de imediato como prioridade a eleição de senadores", disse o senador Humberto Costa (PT-PE), em conversa com jornalistas divulgada nas redes sociais do político. 

Para Costa aponta a disputa pela maioria da Casa como pano de fundo da movimentação. "Todo mundo sabe como é difícil a vida no Senado hoje. A extrema direita está trabalhando para tentar obter uma maioria absoluta. Nossa estratégia é eleger uma bancada lulista. E, dentro dela, os candidatos do PT que tenham viabilidade”, disse. 

Segundo o senador, o movimento deve se estender à Câmara. "Provavelmente também os deputados federais deverão ter participação de Lula em seus programas, mostrando que, para aprovar pautas como o fim da escala 6 por 1, é preciso uma melhor correlação de forças no Congresso."

 

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