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Custo de vida em São Paulo aumenta 0,24% em setembro

A taxa é superior à variação registrada em agosto (0,09%)

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	Carteira com moeda: segundo o Dieese, o grupo saúde teve a maior alta no índice geral, com destaque para assistência médica, seguros e convênios, e consultas médicas
 (Cláudia)

Carteira com moeda: segundo o Dieese, o grupo saúde teve a maior alta no índice geral, com destaque para assistência médica, seguros e convênios, e consultas médicas (Cláudia)

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Bruno Bocchini

Publicado em 4 de outubro de 2013 às, 16h49.

São Paulo – O custo de vida na capital paulista subiu 0,24% em setembro, informou hoje (4) o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A taxa é superior à variação registrada em agosto (0,09%).

Segundo o Dieese, o grupo saúde (1,42%) teve a maior alta no índice geral, com destaque para assistência médica (1,73%), seguros e convênios (2,07%), e consultas médicas (0,30%), seguido da habitação (0,17%). Os grupos transporte (-0,06%) e equipamentos domésticos (-0,21%)ficaram com os maiores recuos.

No item habitação, houve aumento de 0,17%, por causa da alta de 0,23% em locação, impostos e condomínio, de 0,11%, em operação do domicílio e de 0,25%, nas despesas com conservação do domicílio.

O grupo alimentação manteve-se estável, com variação de apenas 0,01%. O grupo transporte registrou taxa negativa de 0,06%, resultado da queda no preço dos combustíveis (-0,25%): gasolina (-0,15%) e álcool (-0,56%).

Nos últimos 12 meses (de outubro de 2012 a setembro de 2013), o Índice do Custo de Vida (ICV) acumula taxa de 6,34%. No acumulado de 2013, a inflação no ICV está em 4,44%. Variações superiores à média geral foram detectadas em saúde (11,61%), despesas pessoais (8,86%) e educação e leitura (6,72%).

Aumentos menores foram constatados nos grupos habitação (2,49%), transporte (1,26%), vestuário (0,74%) e recreação (0,69%). Apenas o grupo equipamento doméstico (-1,59%) teve retração.

Neste ano, os subgrupos da saúde (que acumula alta de 11,61%) que mais aumentaram foram assistência médica (13,02%) e medicamentos e produtos farmacêuticos (5,64%).

O grupo referente às despesas pessoais (8,86%) teve alta acentuada, devido, principalmente, ao subgrupo fumo e acessórios (15,77%).

Já a elevação apurada em educação e leitura (6,72%) é consequência, principalmente, do aumento ocorrido em janeiro nas mensalidades escolares.

A alta acumulada no grupo alimentação é 3,86%: o maior aumento no ano foi registrado no subgrupo alimentação fora do domicílio (6,95%), na indústria da alimentação (3,95%), e nos produtos in natura e semielaborados, 2,33%.

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