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OpenAI anuncia GPT-4: saiba o que a nova geração da tecnologia é capaz de fazer

Reformulado para responder de forma mais precisa e rápida, a atualização do chatbot permite enviar comandos para que imagens sejam analisadas

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OpenAI logo displayed on a phone screen and ChatGPT website displayed on a laptop screen are seen in this illustration photo taken in Krakow, Poland on December 5, 2022. (Photo by Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images) (NurPhoto / Colaborador/Getty Images)

OpenAI logo displayed on a phone screen and ChatGPT website displayed on a laptop screen are seen in this illustration photo taken in Krakow, Poland on December 5, 2022. (Photo by Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images) (NurPhoto / Colaborador/Getty Images)

Após meses de rumores e especulações, a OpenAI anunciou nesta terça-feira, 14, o GPT-4: a mais recente e poderosa versão da linguagem de inteligência artificial (IA) que alimentam aplicativos como o ChatGPT e o novo Bing, o buscador da Microsoft.

Durante a apresentação do novo chatbot, a empresa afirmou que ele está “mais criativo e colaborativo do que nunca” e que “pode resolver problemas difíceis com maior precisão''. Junto disso, também pode analisar imagens, embora só possa responder usando a escrita.

No quesito segurança e precisão das resposta, o sistema passou por seis meses de treinamento e, segundo testes internos, se mostrou “82% menos propenso a responder a solicitações de conteúdo não permitido e 40% mais propenso a produzir informações factuais” do que a versão anterior GPT-3.5”

A OpenAI disse também que já fez parceria com várias empresas para integrar o GPT-4 em seus produtos, incluindo Duolingo, Stripe e Khan Academy.

LEIA TAMBÉM: Pincel de pixel: inteligência artificial chega às obras de arte

Disponibilidade do ChatGPT-4

O novo modelo está disponível para o público por meio do ChatGPT Plus, assinatura das ferramentas da OpenAI que custa US$ 20 por mês.

Eventualmente, ele também estará acessível como uma API para que desenvolvedores e outras empresas criem seus próprios chatbots usando dados e informações privadas.

Em uma postagem no site da OpenAI, a companhia firma que a distinção entre o GPT-4 e seu predecessor GPT-3.5 é “sutil” em conversas casuais. Além disso, o CEO da OpenAI, Sam Altman, twittou que o GPT-4 “ainda é falho, limitado e parece mais impressionante no primeiro uso do que depois de passar um tempo com ele”.

A postagem retira as expectativa de que o bot passaria a produzir imagens gerada artificialmente em simultâneo com os texto.

No entanto, a julgar pelo anúncio da OpenAI, a melhoria é mais interativa e serve apenas para distanciar o produto grátis do pago e criar uma estratégia de negócio para a OpenAi.

Mesmo assim, a empresa diz que a capacidade do modelo de analisar texto e imagem simultaneamente permite pedidos mais complexos.

Como funciona o ChatGP

IAs como o ChatGPT são treinadas com enormes conjuntos de dados de texto, muitos deles extraídos da Internet, que são usados para criar padrões estatísticos.

Esses padrões são então usados ​​para prever qual palavra deve ser usada após a outra. Com isso, a máquina consegue criar frases coesas.

É um mecanismo relativamente simples de descrever, mas o resultado final são sistemas flexíveis que podem gerar, resumir e reformular a escrita, bem como executar outras tarefas baseadas em texto, como tradução ou geração de código de programação.

A OpenAI apresentou o ChatGPT em 2019, mas atrasou o lançamento de versões anteriores por medo de que fossem usados ​​para fins maliciosos, como geração de spam e desinformação.

O modelo que se tornou popular surgiu em 2022. Logo após se tornar de viral, a IA desencadeou um frenesi no mundo da tecnologia, com a Microsoft logo seguindo-o com seu próprio chatbot AI Bing (parte do mecanismo de busca Bing) e o Google lutando para alcançá-lo .

Como previsto pela própria OpenAI, surgiram problemas relacionado ao uso da ferramenta: sistema educacional ainda está se adaptando à existência de softwares que escrevem respeitáveis ​​redações universitárias; comunidades de programadores como o Stack Overflow e a revista de ficção científica Clarkesworld tiveram que encerrar as inscrições de trabalhos sem análise humana devido a um influxo de conteúdo gerado por IA; e hackers já tem usado a ferramenta para aprimorar malwares.

Mas, alguns especialistas argumentaram que os efeitos nocivos, por hora, foram bem menores do que o imaginado.

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