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Foxconn, parceira da Apple, investe US$ 1,5 bi na Índia e acelera debandada da China

A fabricante dos componentes que vão no iPhone quer expandir operações e dobrar sua força de trabalho no mercado indiano, seguindo o crescimento de receitas na região

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Foxconn: maior provedora de serviços de manufatura eletrônica (EMS) (Patrick Lin/AFP)

Foxconn: maior provedora de serviços de manufatura eletrônica (EMS) (Patrick Lin/AFP)

A Foxconn, maior provedora de serviços de manufatura eletrônica (EMS) do mundo, anunciou planos de investir US$ 1,5 bilhão na Índia. O movimento, ainda que robusto, segue um momento de crescimento acelerado da empresa no mercado sul-asiático.

A empresa é conhecida por trabalhar com diversas grandes marcas, principalmente a Apple, montando o iPhone em suas fábricas. E desde o lançamento do iPhone 14, tem tendido para um cenário de realocação de bases de manufatura para a Índia, fenômeno descrito por analistas como "China+1".

Para se ter uma ideia, o investimentos da Foxconn na China, que aumentaram consideravelmente entre 2001 e 2017, diminuíram desde 2018 devido às tensões comerciais entre os EUA e a China.

"Construir fábricas do zero em uma nova geografia é um desafio, mas a Foxconn está comprometida a investir na Índia", afirmou a empresa em nota, também conhecida como Hon Hai. "A Foxconn tem enfrentado desafios semelhantes desde a década de 1980 e continua a apoiar fortemente as ambições do governo indiano com o programa 'Make in India', estabelecendo uma diversidade de parcerias locais".

Em agosto, a Foxconn anunciou planos de investir US$ 600 milhões em dois projetos no estado indiano de Karnataka, focando na fabricação de equipamentos para chips e componentes de carcaças para iPhones.

Para os analistas o movimento faz sentido. O Goldman Sachs, inclusive, destaca o crescimento significativo da Foxconn na Índia em um relatório recente. "Para o terceiro trimestre de 2023, observamos um aumento contínuo das receitas da Índia, alcançando 62 bilhões de novo dólar taiwanês, ou um crescimento de 53% em relação ao ano anterior.

Isso eleva a contribuição de receita da Índia para 3,3% em 2023, em comparação com aproximadamente 2% em 2021-22", escreveram os analistas, ressaltando a necessidade de uma base de produção diversificada para atender aos clientes globais e a posição de liderança da Foxconn no mercado de EMS.

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