Satya Nadella, da Microsoft: a demanda pelo serviço de computação em nuvem da empresa subiu 59% (Anshuman Poyrekar/Getty Images)
Beatriz Correia
Publicado em 2 de julho de 2020 às 05h30.
Última atualização em 11 de maio de 2021 às 14h48.
A ideia surgiu ainda em 2003, quando dois engenheiros de software da Amazon tiveram uma sacada genial. Eles propuseram que o gigante do varejo online usasse sua vasta infraestrutura tecnológica para hospedar os serviços digitais de outras companhias. Fazia sentido, uma vez que a capacidade de processamento dos data centers da Amazon ficava ociosa durante boa parte do tempo. Passados mais de 15 anos, a divisão de computação em nuvem da empresa, conhecida como Amazon Web Services (AWS), tornou-se um negócio de 35 bilhões de dólares e uma operação que se mostrou vital durante a pandemia do novo coronavírus — não só para a Amazon mas também para empresas de diversos segmentos.