Loja da Claro em São Paulo: operadora foi a que menos conquistou clientes em 2010 (Antonio Milena/EXAME.com)
Da Redação
Publicado em 18 de fevereiro de 2011 às 11h39.
O primeiro semestre deste ano foi marcado por duas grandes tacadas no disputado setor de telecomunicações latinoamericano. A primeira foi cercada de holofotes. Em julho, a espanhola Telefônica, concessionária de telefonia fixa do estado de São Paulo, finalmente conseguiu comprar o controle da Vivo, maior operadora de celulares do Brasil, criando um colosso com faturamento de 46 bilhões de reais e 56 milhões de clientes. Enquanto a novela da aquisição da Vivo se desenrolava publicamente (a Telefônica precisou fazer três ofertas até que a quarta fosse aceita), uma série de transações bem mais silenciosas acontecia em paralelo - todas elas envolvendo a América Móvil, operadora de celulares controlada pelo bilionário mexicano Carlos Slim.