Lula e Fernando Henrique: quatro mandatos que mudaram a cara do país (Antônio Milena/EXAME.com)
Da Redação
Publicado em 18 de fevereiro de 2011 às 11h40.
Quando o assunto é Brasil, o economista americano Albert Fishlow já era um otimista antes de o otimismo entrar na moda. Em março de 2009, a crise pegava fogo, os empresários adiavam investimentos e os bancos privados não queriam emprestar dinheiro para ninguém. O Brasil parecia, como, de resto, o mundo inteiro, estar no centro do furacão. Tirando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua “marolinha”, não era fácil encontrar alguém que vislumbrasse um cenário otimista. Fishlow não conseguia enxergar qual era o problema. “Crescer mais devagar será bom para o país”, disse.