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Fundador do Waze e CEO da Gympass dão lições de empreendedorismo

Uri Levine foi um dos convidados internacionais do evento, que recebeu mais de 4 mil participantes para debater inovação e modelos disruptivos

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Uri Levine, cofundador do Waze: “A magia do Waze é que nós, os motoristas, criamos todas as funcionalidades do aplicativo” (Sebrae Nacional/Flickr/Imagem e Arte/Fabrício de Almeida/Agência Sebrae de Notícias)

Uri Levine, cofundador do Waze: “A magia do Waze é que nós, os motoristas, criamos todas as funcionalidades do aplicativo” (Sebrae Nacional/Flickr/Imagem e Arte/Fabrício de Almeida/Agência Sebrae de Notícias)

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Agência Sebrae de Notícias

Publicado em 19 de agosto de 2019 às, 11h00.

Última atualização em 19 de agosto de 2019 às, 11h00.

Uri Levine foi um dos fundadores do Waze - aplicativo de tráfego e navegação, adquirido pelo Google em 2013 por mais de US$ 1 bilhão. Desde então, investiu em diversas startups e viaja o mundo ministrando palestras sobre empreendedorismo e compartilhando experiências.

Na última sexta-feira (16), ele marcou presença no fechamento do Startup Summit e falou para um auditório lotado no encerramento do evento. Levine ainda deu dicas valiosas para a busca das startups por investimentos.

O empreendedor contou a trajetória do Waze, que, segundo ele, tem uma história ímpar: “A magia do Waze é que nós, os motoristas, criamos todas as funcionalidades do aplicativo”.

Assim, foi desenvolvido um servidor que coletava informações permitindo que o mapa fosse editado pelos próprios usuários com informações úteis, como novas rotas ou tráfegos ruins. “Você não precisa ter o produto perfeito. Algo bom o suficiente vai ganhar o mercado naquele momento e ninguém consegue competir com isso”.

Levine comparou o ato de empreender a uma montanha russa, com altos e baixos. No caso das startups, as oscilações costumam ser mais intensas: “Tem dias que nada dá certo. A jornada em si é de fracassos e isso é importante que vocês saibam”, sentenciou.

Para ele, a caminhada das startups começa com a verificação de um problema. “Se é um problema comum, vá pesquisar e entender as diferentes percepções para criar uma solução. Não confie apenas nos seus extintos. Leve para o escritório, compartilhe”. O convidado ainda deixou a dica: “Ao apresentar o negócio, comece pelo problema que vai resolver. Investidores são usuários, se eles não enxergam utilidade, não vão investir. Aprenda a contar uma boa história”.

Bruno Quick, diretor técnico do Sebrae Nacional, também participou do encerramento do Startup Summit e propôs ampliar o evento para todo o país devido ao sucesso da iniciativa. “Vamos fazer o que pudermos para empoderar os empreendedores brasileiros e, assim, mudar o país, tornando-o mais dinâmico e mostrando ao mundo essa maravilha que somos. Os nossos empreendimentos transmitem essa transformação”, concluiu.

Unicórnio brasileiro

Mais cedo, Leandro Caldeira, CEO da Gympass, um serviço de assinatura para acesso a academias de ginástica, apresentou o painel “Como construir um unicórnio”, em referência às startups de capital fechado que superam US$ 1 bilhão em valor de mercado.

O modelo de negócio da Gympass foca no estímulo à prática de exercício físico. Ao mapearem as dificuldades que as pessoas listam para se exercitarem, falta de tempo e valores estão no topo. Dessa forma, a plataforma construiu uma rede de parceiros com várias opções de valores, em diversas localidades e com leque de modalidades.

“Adaptamos nossa abordagem focando no prazer, ao invés da performance. Começamos a trabalhar o lado emocional”, conta Caldeira. Ao entender que o prazer combate a obrigação, reposicionaram a comunicação e atingiram público mais amplo.

Leandro ainda lembrou que atender ao mercado corporativo foi outro ponto de virada, mudando o modelo de B2C para B2B. As empresas começaram a contratar a startup para oferecer o serviço aos funcionários. “Dobramos de tamanho e encontramos uma demanda enorme por meio da tecnologia”.

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