Negócios

Starbucks abre loja para inclusão de funcionários surdos

É a primeira unidade do tipo, dedicada a incluir pessoas com deficiência auditiva no mercado de trabalho

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de julho de 2016 às 08h00.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo – Em Kuala Lumpur, na Malásia, é possível pedir um café com a língua de sinais. Isso porque os funcionários de uma loja da Starbucks na cidade têm deficiência auditiva e se comunicam com sinais. 

É a primeira unidade do tipo, dedicada a incluir pessoas com deficiência auditiva no mercado de trabalho. São 10 baristas com essa deficiência e três ouvintes.

A loja foi criada em parceria com a Sociedade de Intérpretes dos Surdos (SID, na sigla em inglês). A organização irá disponibilizar dois intérpretes para a seleção, treinamento e aconselhamento dos funcionários.

Para aqueles que não sabem a língua de sinais, a rede de cafés oferece uma guia para fazer os pedidos. O caixa também tem uma tela para assegurar que o pedido foi anotado corretamente.

Ao invés de chamar os consumidores pelo nome quando a bebida estiver pronta, o número do pedido será exibido em uma tela.

“Estamos orgulhosos por suportar pessoas com deficiências através de um trabalho gratificante, para criar a cultura de empoderamento e para trazer novas perspectivas para o ambiente de trabalho, o que por fim irá nos tornar uma companhia melhor”, disse Sydney Quays, diretor do Starbucks na Malásia. 

Outros casos

Em fevereiro desse ano, uma conversa entre consumidor e barista de uma loja da Starbucks nos Estados Unidos chamou a atenção.

A conversa em questão foi toda feita na língua de sinais, que a funcionária tinha passado os últimos meses aprendendo para antender a consumidora fiel.

Acompanhe tudo sobre:[]

Mais de Negócios

Do pequeno consultório à clínica própria, como ela virou referência em saúde capilar

Parque que superou Disney no interior de SP fatura R$ 260 milhões e fará maior expansão da história

O paulista que movimenta R$ 5,5 bilhões com dentistas e vai comprar mil clínicas pelo Brasil

O advogado gaúcho que fez dos prédios antigos de SP um roteiro de diversão de R$ 45 milhões