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Produção de petróleo da Petrobras cresce 16,9% no 3º trimestre

Com 2,264 milhões de barris por dia, a estatal petroleira bateu o recorde de produção mensal
Petrobras: estatal bateu o recorde de produção mensal (Bloomberg/Dado Galdieri)
Petrobras: estatal bateu o recorde de produção mensal (Bloomberg/Dado Galdieri)
Por ReutersPublicado em 17/10/2019 21:22 | Última atualização em 17/10/2019 21:22Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Rio de Janeiro — A produção média de petróleo e líquido de gás natural (LGN) da Petrobras no Brasil cresceu 16,9% no terceiro trimestre ante o mesmo período de 2018, para 2,264 milhões de barris por dia (bpd), em meio ao desenvolvimento da extração em novas plataformas, especialmente no pré-sal, informou a companhia nesta quinta-feira.

Na comparação com o segundo trimestre, houve um avanço de 10,3% da produção de petróleo e LGN, segundo relatório de produção e vendas trimestral da companhia.

Somando a produção total de óleo, LGN e gás natural, no Brasil e no exterior, houve uma alta de 14,6% entre julho e setembro ante o mesmo período do ano passado, para 2,878 milhões de barris de óleo equivalente ao dia. Em relação ao segundo trimestre, a produção total cresceu 9,3%.

A produção do pré-sal cresceu 17% no terceiro trimestre ante o trimestre anterior, para média de 1,367 milhão de barris de óleo equivalente por dia, representando 60,4% da extração de óleo no Brasil, segundo a petroleira estatal.

"O desempenho do pré-sal é decorrente do 'ramp-up' das seis plataformas que entraram em produção em 2018 e 2019 (P-74, P-75, P-76 e P-77, no campo de Búzios, e P-67 e P-69, no campo de Lula), que contribuíram com 441 mil bpd no terceiro trimestre", informou a Petrobras.

Adicionando a contribuição do navio do tipo FPSO (flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo) Campos dos Goytacazes em Tartaruga Verde, no pós-sal, a empresa somou 555 mil bpd, "o que representa um aumento de cerca de 48% em relação ao segundo trimestre, com a entrada em operação de nove poços produtores".

"Vale ainda destacar que as plataformas P-69 e P-76, nos campos de Lula e Búzios, atingiram a capacidade de produção de 150 mil bpd com ramp-up de 10,3 e 7,7 meses (tempo recorde no pré-sal), respectivamente", disse a empresa.

A companhia já havia informado anteriormente que a produção de agosto atingiu um recorde.

Desempenho de refinarias

No segmento de refino, a Petrobras informou que a produção de derivados cresceu 2,9% no terceiro trimestre ante o trimestre anterior, acompanhando maior demanda no mercado brasileiro, o que também contribuiu para a redução das importações, especialmente de gasolina e GLP.

A empresa explicou que a elevou a utilização do parque de refino no período de 76% para 80% e das unidades de conversão.

No terceiro trimestre, a produção da gasolina aumentou 8,3% em relação ao mesmo período de 2018 e cresceu 7,2% ante o trimestre anterior, para 416 mil bpd.

Já as vendas de gasolina para o mercado interno caíram 2,7% em comparação com o mesmo período do ano passado e subiram 2,6% em relação ao segundo trimestre, para 377 mil bpd.

No caso do diesel, a produção no terceiro trimestre caiu 5,3% e 1,4% em relação ao terceiro trimestre de 2018 e ao segundo trimestre deste ano, respectivamente, para 710 mil bpd.

"A menor produção no terceiro trimestre foi reflexo, principalmente, do uso de correntes de diesel para formulação do bunker 0,5% (combustível de navio com menos enxofre), em consonância com as especificações do IMO 2020", disse a empresa, que buscou se antecipar para atender regras internacionais que passam a valer a partir de 2020.

As vendas de diesel para o mercado interno caíram 8,7% no terceiro trimestre ante o mesmo período do ano passado e avançaram 5,2% ante o segundo trimestre, para 770 mil bpd.

Já o volume de vendas de gás natural foi de 78 milhões de metros cúbicos/dia no terceiro trimestre, representando um crescimento de 11,4% em relação ao trimestre anterior, devido ao maior despacho termelétrico a gás natural.

Nesse mesmo período, o volume de gás natural fornecido ao segmento não termelétrico ficou estável, no patamar de 38,5 milhões de metros cúbicos/dia.