Negócios

Petrobras quer fatia da Eni na Galp, diz jornal

Madri - A Petrobras e o banco estatal português Caixa Geral de Depósitos planejam comprar em conjunto a fatia de 33,34% que a italiana Eni possui na companhia portuguesa Galp Energia. A informação foi publicada pelo jornal português Diário Econômico hoje, sem citar fontes. Segundo o jornal, a Petrobras obteria uma fatia de 25% na […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h45.

Priorizar nos meus resultados Google

Madri - A Petrobras e o banco estatal português Caixa Geral de Depósitos planejam comprar em conjunto a fatia de 33,34% que a italiana Eni possui na companhia portuguesa Galp Energia. A informação foi publicada pelo jornal português Diário Econômico hoje, sem citar fontes.

Segundo o jornal, a Petrobras obteria uma fatia de 25% na Galp, enquanto o Caixa Geral compraria 8,34%. O acordo evitaria que a Petrobras tivesse de fazer uma oferta por toda a Galp. O Caixa Geral já possui 1% de participação na companhia portuguesa.

A Eni e a Amorim Energia, que também é uma empresa de Portugal, têm um pacto acionista com relação à Galp até 2013, que determina que cada uma possui um terço da companhia de petróleo e que essas participações estão travadas até o fim deste ano.

Depois disso, cada parte pode vender sua fatia, mas apenas como um bloco, e precisa oferecê-la ao parceiro primeiro. As informações são da Dow Jones.

Leia mais notícias sobre a Petrobras

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasEstatais brasileirasEmpresas estataisPetrobrasCapitalização da PetrobrasPetróleoGás e combustíveisIndústria do petróleoInvestimentos de empresasFusões e Aquisições

Mais de Negócios

Artur Grynbaum, do Grupo Boticário, defende adiar reforma tributária: 'É mais sensato postergar'

Eles começaram ganhando comida grátis. Hoje faturam milhões procurando o 'hamburguer perfeito'

Esta família do Nordeste é dona de 12 mil imóveis, fatura R$ 1,5 bilhão e vai chegar em SP

Startup de US$ 5 bilhões quer virar braço direito de gigantes do Brasil e encurtar meses de trabalho