Exame Logo

Petrobras prevê iniciar exploração na Tanzânia em setembro

A Petrobras tem um acordo de produção compartilhada para os blocos 5 e 6, em uma área conhecida por ter importantes depósitos de gás natural

A empresa também pretende lançar em breve a nova plataforma Poseidon, esperada para Mtwara, no sudeste da Tanzânia
DR

Da Redação

Publicado em 7 de julho de 2011 às 16h42.

Dar Es Salaam - A Petrobras prevê iniciar a exploração de petróleo e gás na costa da Tanzânia em setembro, informou um comunicado enviado pela empresa brasileira ao gabinete do primeiro-ministro daquele país na quinta-feira.

A Petrobras tem um acordo de produção compartilhada para os blocos 5 e 6, em uma área conhecida por ter importantes depósitos de gás natural.

A empresa também pretende lançar em breve a nova plataforma Poseidon, esperada para Mtwara, no sudeste da Tanzânia.

"Este navio estará em Mtwara e esperamos começar o trabalho no início de setembro", afirmou o presidente executivo da Petrobras Tanzânia, Samuel Miranda, em um comunicado divulgado na quinta-feira pelo gabinete do primeiro-ministro do país, Mizengo Pinda.

A Petrobras, que está investindo 11 milhões de dólares na Tanzânia e planeja investir outros 14 milhões de dólares para desenvolver o porto de Mtwara, afirmou que a embarcação realizará a exploração por um período de 20 meses.

O governo da Tanzânia estima as reservas provadas de gás natural no país do leste da África em 7,5 trilhões de pés cúbicos. Tem havido crescente interesse na exploração de óleo e gás no leste da África após descobertas, e também por óleo em Uganda.

Pinda e Miranda estão visitando à Coreia do Sul, onde devem participar do lançamento da embarcação na sexta-feira, que realizará a exploração por um período de 20 meses.

A Tanzânia licenciou pelo menos 17 companhias internacionais para exploração tanto 'offshore' como no 'onshore' de fontes de energia no país, segunda maior economia da região.

Entre as companhias que podem explorar blocos na Tanzânia estão a Artumas Group Inc (AGI), listada na bolsa em Oslo, a francesa Maurel & Prom , a norueguesa Statoil, a Royal Dutch Shell e a Aminex.

De acordo com comunicado do Citigroup, a região do leste da África deve experimentar um salto nas compras de participações em blocos e fusões e aquisições para consolidar pequenos participantes.

Veja também

Dar Es Salaam - A Petrobras prevê iniciar a exploração de petróleo e gás na costa da Tanzânia em setembro, informou um comunicado enviado pela empresa brasileira ao gabinete do primeiro-ministro daquele país na quinta-feira.

A Petrobras tem um acordo de produção compartilhada para os blocos 5 e 6, em uma área conhecida por ter importantes depósitos de gás natural.

A empresa também pretende lançar em breve a nova plataforma Poseidon, esperada para Mtwara, no sudeste da Tanzânia.

"Este navio estará em Mtwara e esperamos começar o trabalho no início de setembro", afirmou o presidente executivo da Petrobras Tanzânia, Samuel Miranda, em um comunicado divulgado na quinta-feira pelo gabinete do primeiro-ministro do país, Mizengo Pinda.

A Petrobras, que está investindo 11 milhões de dólares na Tanzânia e planeja investir outros 14 milhões de dólares para desenvolver o porto de Mtwara, afirmou que a embarcação realizará a exploração por um período de 20 meses.

O governo da Tanzânia estima as reservas provadas de gás natural no país do leste da África em 7,5 trilhões de pés cúbicos. Tem havido crescente interesse na exploração de óleo e gás no leste da África após descobertas, e também por óleo em Uganda.

Pinda e Miranda estão visitando à Coreia do Sul, onde devem participar do lançamento da embarcação na sexta-feira, que realizará a exploração por um período de 20 meses.

A Tanzânia licenciou pelo menos 17 companhias internacionais para exploração tanto 'offshore' como no 'onshore' de fontes de energia no país, segunda maior economia da região.

Entre as companhias que podem explorar blocos na Tanzânia estão a Artumas Group Inc (AGI), listada na bolsa em Oslo, a francesa Maurel & Prom , a norueguesa Statoil, a Royal Dutch Shell e a Aminex.

De acordo com comunicado do Citigroup, a região do leste da África deve experimentar um salto nas compras de participações em blocos e fusões e aquisições para consolidar pequenos participantes.

Acompanhe tudo sobre:ÁfricaCapitalização da PetrobrasEmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasEmpresas estataisEnergiaEstatais brasileirasGás e combustíveisIndústria do petróleoPetrobrasPetróleo

Mais lidas

exame no whatsapp

Receba as noticias da Exame no seu WhatsApp

Inscreva-se

Mais de Negócios

Mais na Exame