Negócios

Parente: meta de desinvestimento da Petrobras considera Braskem

Parente foi questionado pela imprensa se atingirá a meta, a despeito de a petroleira ter conseguido vender apenas cerca de US$ 54 milhões até o momento

Braskem: "Estamos trabalhando para atingir a meta o mais rapidamente possível", disse Parente (Luke Sharrett/Bloomberg)

Braskem: "Estamos trabalhando para atingir a meta o mais rapidamente possível", disse Parente (Luke Sharrett/Bloomberg)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 6 de dezembro de 2017 às 22h07.

São Paulo - A meta de desinvestimento da Petrobras de US$ 21 bilhões para o biênio 2017/2018 está absolutamente mantida, garantiu o presidente da empresa, Pedro Parente, nesta noite de quarta-feira, 6, em São Paulo, em evento do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF), em que será homenageado.

A resposta foi dada depois que ele foi questionado pela imprensa se atingirá a meta, a despeito de a petroleira ter conseguido vender apenas cerca de US$ 54 milhões até o momento, no cálculo de analistas, sendo esta uma preocupação de investidores.

"Estamos trabalhando para atingir a meta o mais rapidamente possível", disse Parente. "As notícias vêm mostrando que há interesse em ativos diversos, nos gasodutos do Nordeste, no setor de fertilizantes, em campos em águas rasas", comentou.

Ele lembrou que a revisão por parte do Tribunal de Contas da União (TCU) da sistemática de venda de ativos fez com que a petroleira tivesse de reiniciar as alienações do zero.

O executivo disse ainda que a meta considera a eventual alienação da petroquímica Braskem, assim como os demais ativos cuja intenção de venda já foi anunciada.

Assegurou, contudo, que não há "nenhuma perspectiva à vista" de venda da Braskem. "Não há informação formal nem informal de oferta ao sócio controlador da Braskem."

Acompanhe tudo sobre:BraskemPedro ParentePetrobras

Mais de Negócios

De entregadores a donos de fábrica: irmãos faturam R$ 3 milhões com pão de queijo mineiro

Como um adolescente de 17 anos transformou um empréstimo de US$ 1 mil em uma franquia bilionária

Um acordo de R$ 110 milhões em Bauru: sócios da Ikatec compram participação em empresa de tecnologia

Por que uma rede de ursinho de pelúcia decidiu investir R$ 100 milhões num hotel temático em Gramado

Mais na Exame