Negócios

Lilly divulga vendas abaixo das estimativas e corta projeção

Receita trimestral foi impactada por vendas decepcionantes de suas drogas para câncer e diabetes


	Logo na entrada da Sede da farmacêutica Eli Lilly: empresa disse que teve lucro de 728 milhões de dólares, ou 0,68 dólar por ação, no primeiro trimestre
 (Wikicommons)

Logo na entrada da Sede da farmacêutica Eli Lilly: empresa disse que teve lucro de 728 milhões de dólares, ou 0,68 dólar por ação, no primeiro trimestre (Wikicommons)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de abril de 2014 às 09h42.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - A fabricante norte-americana de medicamentos Eli Lilly and Co divulgou uma receita trimestral abaixo das expectativas nesta quinta-feira, impactada por vendas decepcionantes de suas drogas para câncer e diabetes, e reduziu sua projeção de lucro para 2014.

A Lilly disse que teve lucro de 728 milhões de dólares, ou 0,68 dólar por ação, no primeiro trimestre. No mesmo período do ano anterior, o lucro havia sido de 1,55 bilhão de dólares, ou 1,42 dólar por papel, quando contabilizou ganhos especiais com a transferência de direitos para uma droga para diabetes.

Excluindo itens especiais, a Lilly teve lucro de 0,70 dólar por ação, em linha com a estimativa média de analistas, conforme compilado pela Thomson Reuters I/B/E/S.

A receita caiu 16 por cento, para 4,68 bilhões de dólares, enquanto Wall Street esperava 4,8 bilhões de dólares.

A Lilly disse que agora espera que o lucro fique entre 2,72 a 2,80 dólares por ação, excluindo itens, no consolidado de 2014. Em janeiro, a companhia havia estimado lucro de 2,77 a 2,85 dólares por papel.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas americanasIndústria farmacêuticaRemédiosBalançosEli Lilly

Mais de Negócios

Como ele transforma lixo em dinheiro por meio de um negócio de R$ 47 milhões

De olho no sono: escola de médicos vai usar pulseiras para melhorar rotina de estudos

Ganhar até R$ 12 mil por mês vistoriando carros? Essa é a aposta desta nova startup

'Ler voltou a ser chique': aos 63 anos, rede abre novas livrarias e acelera rumo aos R$ 420 milhões